Dorme, meu filho, dorme
Dorme, meu filho, dorme, dizia ela, e as palavras tremiam como os braços com que o segurava, braços que já não sabiam se abraçavam a vida ou se enterravam nela.
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Dorme, meu filho, dorme, dizia ela, e as palavras tremiam como os braços com que o segurava, braços que já não sabiam se abraçavam a vida ou se enterravam nela.
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Teresa Mascarenhas, natural de La Línea de la Concepción (Cádiz, Espanha) e residente em Gibraltar, é escritora, poetisa e colaboradora cultural.
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Insatisfação constante, momentos vãos, expectativas irrealizadas, desejos frustrados, inquietude, ansiedade perene. Tenho em mim mesmo meu maior inimigo…
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É desejável e, provavelmente, benéfico que a docência seja entendida como uma forma pedagógica, cognitiva e didática do exercício da autoridade educativa…
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Sendo o sol para a vida, a flor para o beijo beija-flor tenha o sonho caminho só de ida
E o pouso delicadeza de amor. O sopro promissor é ameno; o baile das…
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A Antologia Manoel de Barros – O poeta das miudezas visa reunir textos de poetas brasileiros que preservam dentro de si um passado em que a tecnologia…
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Entre tantos sabores e amores, e digam-se lá, também traições. Quem nunca se decepcionou com um beijo? Mas o que é o beijo, a não ser tantas emoções e…