O dia em que o silêncio venceu
Uma crônica reflexiva e poética sobre as belezas naturais e o povo brasileiro, destacando as bênçãos divinas da terra em contraste com as ações de sua gente.
Uma crônica reflexiva e poética sobre as belezas naturais e o povo brasileiro, destacando as bênçãos divinas da terra em contraste com as ações de sua gente.
Resenha poética sobre as obras Corrupt e Credence de Penelope Douglas, destacando a atmosfera sombria, sensual e profunda da leitura.
Memórias afetuosas de infância e juventude ao lado da avó, dona Estelita. Entre partidas de cartas, confidências e uma mangueira, um relato de amor.
Poema reflete sobre a finitude e a liberdade da alma, retratando a morte como um ciclo natural de desapego e transição leve para um novo plano de existência.
Reflexão poética sobre o voo da alma. Entre preceitos, sonhos e quimeras, o texto explora os limites da liberdade e a necessidade vital da imaginação.
Um eu-lírico caminha melancolicamente por memórias, solidão e dor, sentindo-se um eterno vizinho do mundo em meio a um cenário de frio e nostalgia.
Aparências e mentiras sustentam famílias que escondem vícios e falsidades. Distantes do afeto, os pais vivem na hipocrisia, deixando filhos na beira do abismo.