Virgínia Virgília de Oliveira Rodrigues: ‘Meditação, Brasão da Família ORSI, Autocrítica, Novo amigo, Lição, Jornal e Gratidão’

03/03/2019 11:09

Virgínia Virgília Rodrigues

“A lição que aprendi e quero partilhar com vocês, foi: seja o que for, faça com a melhor das suas intenções, execute com toda sua atenção e envolva bons sentimentos.”

Ôoooom… Oi?! Afinal, que título é esse?

Envolvida com a prática da Meditação (na qual o indivíduo utiliza técnicas para focar sua mente num objeto, pensamento ou atividade em particular, visando alcançar um estado de clareza mental e emocional. Via: Wikipédia) a cada dia fico mais convencida que a força do pensamento é mesmo algo infinitamente poderoso e que deveria ser melhor explorado por nós. Explico…

Ano passado, um amigo virtual de longa data encomendou dois brasões. Um desafio para mim que, até então, basicamente pintava temas sacros. Fiz e, por achar que não tinha correspondido à altura, timidamente presenteei o amigo da Bahia (brasão Sampaio). Com a apresentação dele nas minhas redes sociais, outros pedidos de brasões foram surgindo. No último dezembro, recebi de outro amigo uma encomenda de telha com um brasão da família Orsi, para ser um presente. Mesmo com um prazo muito curto para a confecção, me comprometi a fazer, pela amizade. Fiz. Olhei e pensei “poderia ter feito melhor”. Refiz. Olhei e pensei “ainda não gostei e não tenho mais tempo…terá de ser esse”. Frustrada, fiz a entrega.

Dias depois, recebi um telefonema. Alguém fazendo uma encomenda de um brasão da família Orsi, semelhante a um que tinha visto num grupo do WhatsApp… Pensei: “Oh céus, por que não fiz uma terceira?!” A telha que não gostei e não pude refazer estava passeando por aí, pessoas estavam vendo…. Ou seja, a pessoa que a ganhou de presente não somente a pendurou na parede, ela gostou e a expôs. E agora, outro alguém estava querendo uma igual, pois tinha admirado meu trabalho. Como assim, Universo?!

Encomenda feita e um pedido dele para mostrar os brasões para os amigos. Imaginem meu desespero! A pessoa queria espalhar a foto do brasão que eu não tinha amado…(!!!)… Imediatamente comecei a enviar todas as fotos de brasões já pintados com a intenção clara de que “aquele” se perdesse em meio aos outros. E então o ROL apareceu na conversa. Esse alguém que cito é o Sr. Afrânio, genealogista e colunista deste jornal. O novo amigo, que me ajudou a estar aqui, partilhando meus brasões e fazendo amizades com vocês.

Aquele brasão da Família Sampaio desencadeou uma série de bons sentimentos e histórias e, aquele brasão da família Orsi, numa telha vermelho escarlate, feito com amor, porém, sem gerar o resultado esperado por mim, confirmou uma das “coisas mais relevantes” que aprendi com a meditação: “podemos atrair prosperidade – que é pensar, sentir e emanar abundância em todas as áreas da vida: nas finanças, nos relacionamentos afetivos e profissionais, no amor, na saúde, na espiritualidade, enfim, em tudo o que fazemos com atenção, intenção e positividade clara e genuína.

A lição que aprendi e quero partilhar com vocês, foi: seja o que for, faça com a melhor das suas intenções, execute com toda sua atenção e envolva bons sentimentos. Associe os três. Só atenção não basta. Intenção isolada não realiza. E bons sentimentos são fundamentais na nossa existência. É o que “dá a liga”. O que tem que fazer mover. O que dá sentido a todas as coisas. Não temos ideia do que uma ação pode causar de reação, então, é sempre bom que a ação seja movida com o melhor das suas mãos e do seu coração.

Agora, vamos ao sobrenome Orsi, com as informações cedidas pelo amigo Afrânio:

Orsi, sobrenome de origem italiana. Sobrenome classificado como alcunha, vem do italiano Orso, que significa urso. Orsi é a forma plural. Isto indica que os primeiros que utilizaram esse sobrenome eram fortes (em sentido físico) como um urso.

Orsi –  Antiga família italiana radicada em Bolonha, participou das cruzadas nas figuras de Siripere (1217) e de Giliolo, morto na Terra Santa no ano de 1291. Michele Orsi estava entre os cavaleiros que desarmaram e aprisionaram o Rei Enzo, em Fossalta. Tancredino Orsi capitaneou uma parte do exército bolonhês que, valorosamente, expulsou os soldados de Pistoia em 1328. A família deu três cônsules à pátria no século XII, vários anciãos conselheiros, e começou a fazer parte do senado em 1485. E agora a telha do novo amigo, com toda a minha gratidão.

Vc é um (a) Orsi? Conte-me sobre suas origens.
Seu sobrenome é outro? Deixe sugestões para futuros brasões.

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Até a próxima.

Abraços coloridos!

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