Virgínia Assunção: ‘O que o Jornal Cultural ROL representa para mim’

21/04/2022 10:53

Virgínia Assunção

O que o Jornal Cultural ROL representa para mim

Nunca pensei que seria um dia colunista de um jornal, mas confesso que já me imaginei assim. Porém, a vida tinha me reservado um presente, caladinha, quietinha, sem me dar nenhuma pista de como isso se daria.

Quando, aos doze anos de idade eu estudava a 6ª série do antigo ginasial, eu já me atrevia a escrever alguma coisa e a minha professora de língua portuguesa leu os meus escritos juvenis, me aconselhando a não ser outra coisa na vida; eu seria uma professora, escritora, qualquer coisa que fosse ligada às letras, foram essas suas palavras. Continuei escrevendo meus versos pueris, sem refletir no que a professora tão querida tinha me falado. Porém, o sonho de ser uma escritora nunca me deixou esquecer a sua constatação.

Tornei-me uma professora, uma poetisa e uma escritora. Ela acertou em cheio na sua análise a meu respeito. Tornei-me acadêmica aqui em meu estado de Sergipe e participei de várias antologias, inclusive a de Fiódor Dostoiévski, conhecendo Cláudia Lundgren e Verônica Moreira, duas pessoas maravilhosas. Através delas, hoje faço parte da FEBACLA como Membra Correspondente e fui apresentada ao JORNAL CULTURAL ROL, pela queridíssima Verônica Moreira, a qual me fez o convite para participar do jornal como colunista porque eu apresentava pré-requisitos para tal. Confesso que fiquei surpresa e muito feliz mesmo. Eis o presente que a vida tinha me reservado.

Considero que fazer parte de um jornal que completa 28 anos de existência mostra, por assim dizer, a sua estrutura sólida dentro do mundo cultural, coroando, assim, o meu trabalho e o reconhecimento de que segui o caminho correto. Ter os meus textos divulgados pelo Brasil inteiro é motivo de muito orgulho para mim.

Parabéns aos editores Helio Rubens de Arruda e Miranda e Sergio Diniz da Costa, assim como também a todos que compõem essa grande equipe, pelo magnífico trabalho em prol da cultura brasileira!

Virgínia Assunção

 

 

 

 

 

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