Luiz Reis: ‘Os quatro elementos da natureza divina na visão indígena’

17/07/2019 09:06

Luiz Fernando Reis

Os quatro elementos da natureza divina na visão indígena

 

O equilíbrio de Elementos é muito complexo principalmente no que diz respeito a seus efeitos na saúde física.

Os 4 Elementos em sua essência pura (padrões de energia) em união ao Espírito (Ether) formam a estrutura básico de todo o Universo, tudo o que existe é formado pelos Elementos inclusive o nosso corpo na qual podemos, através da busca pelo equilíbrio e harmonia dos mesmos, influenciar seu funcionamento e atingir nossa própria evolução.

Todos eles possuem suas correspondência e funções como veremos a seguir:

TERRA – YWY ou TIBI (FISICO SUL): Energia feminina, crescimento, qualidade geradora, nutridora e protetora. Mãe terra trouxe em seu útero todas as raças humanas. Está relacionado aos limites de superação e seguir adiante; sustentação.
Representa o corpo da mulher que como mãe nutre a quem deu a vida, estimula a criatividade e inspiração.
Rituais: Confecção de escudos, talismã de proteção, oferenda de cereais ou frutas, inovação de prosperidade, meditação com a força da natureza, abraçar árvores e caminhar na mata.

FOGO – TATÁ (ESPIRITO LESTE): Energia masculina. O elemento da vitalidade e transformação, desperta os potenciais adormecidos dentro de nós, tem poder de transmutar e de trabalhar na oralidade.
Rituais: Fogueira sagrada (tatáruçu), tochas, velas de cera, queima de ervas, papéis e objetos para exorcismo.

ÁGUA – YY ou IG (OESTE):
Energia feminina. Nos ensina a trabalhar com nosso emocional e nos purifica. Devemos sempre nos regenerar, a água imprime memórias e passa de geração a geração.
Clareza, pureza e limpeza: fonte que cria e sustenta a vida. Usada em rituais de cura, harmonização, abertura dos canais espirituais e melhora a sintonia psíquica
Rituais: Banho de ervas aromáticas com água da chuva, mar ou cachoeira.

AR – PYNTUN E’A (NORTE): Energia masculina. Força da vida, processos intelectuais purificação e expansão. Ligado à introspecção, autoconhecimento para se conectar com a ancestralidade.
Rituais: Purificação com óleos de essências naturais de ervas, com músicas espirituais e também com petynguá marangatu (cachimbo sagrado) e exercícios respiratórios.
“Respirar conectando-se com consciência é o mesmo que orar”

Aewerê (Gratidão a todos).

 

Luiz Reis

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