Lafam: ‘2º Sermão do irmão L.: O Príncipe do Ego

29/10/2019 09:05

Luiz Antonio Faccin Arruda Miranda

2º SERMÃO DO IRMÃO L.: O PRÍNCIPE DO EGO

Amado/a irmão/ã, saudações em Nome do nosso amado Senhor Jesus Cristo! Aqui estamos reunidos mental, espiritual e virtualmente, portanto, astralmente, para trazer a todos mais um tema de reflexão que poderá ou não ser incorporado e utilizado, numa proporção maior ou menor, no seu dia-a-dia e na relação das suas crenças e práticas religiosas, místicas ou filosóficas. E, como sempre, sem que tenhamos tal intenção, isto abrange dois aspectos bastante polêmicos. O motivo da controvérsia é relativamente simples de ser percebido e equacionado, no entanto, com toda certeza, reveste-se de enormes dificuldades, obstáculos e desafios na resolução, pois se refere a hábitos, costumes, valores e defesas que nos acompanham desde praticamente o nascimento, estimulados e reforçados por todas as nossas experiências. Trata-se, ainda, de um problema, defeito ou condição inerente à natureza humana e tem atuado, mais ou menos explicitamente, através de toda a História, ensejando desde discórdias pessoais e familiares a conflitos maiores, como guerras, que assolam Nações e povos inteiros. Juramos não ter a pretensão de estabelecer nenhuma Verdade definitiva, dogmaticamente. São cogitações e hipóteses que nos ocorreram durante estudos, pesquisas e meditações, bem como algumas revelações (supondo que as tenhamos recebido e interpretado corretamente). Chegamos a tratar destas considerações noutros lugares e ocasiões, todavia sentimos um forte impulso de trazê-las novamente, agora como a segunda apresentação da nossa IGREJA DOS CRISTÃOS LIVRES! Que estejamos reunidos simbolicamente no Templo do Saber, do Sol Nascente e da Reverência ao Senhor Deus, traçando Caminhos neuronais, mentais e espirituais para, através de Pensamentos, Percepções, Atitudes e Afetos, encontrarmos o nosso modo pessoal de Libertação, inclusive das próprias Idéias, Conceitos e Emoções! Assim seja!

Em relação ao primeiro tópico, tratamos dele num artigo escrito e postado há poucos anos, cujo título era HOMO HOMINI DIABOLUS, ou seja, “o homem é o Diabo do homem”, que parafraseamos da expressão latina HOMO HOMINI LUPUS (“o homem é o lobo do homem”), cunhada pelo Dramaturgo romano, Titus Maccius Plautus, conhecido como Plauto, (230 – 180 a. C.).  A nossa tese sustenta que o ser humano é o principal, se não o único, artífice e responsável (culpado) pelas suas próprias misérias, sofrimentos e aflições. Apreciamos o exemplo de uma Ilha perdida nos Mares do Sul, com Flora e Fauna exuberantes, tropicais e paradisíacas, onde não há um único homem. Quem se atreverá a afirmar que lá existe o mal, o Inferno ou os seus ignóbeis habitantes? Mesmo nos casos de interação Presa-Predador e até canibalismo, os Animais, os Insetos, os Micro-organismos e os Vegetais obedecem a Leis que o amado Senhor Deus estipulou. Nada realizam fora disso! Ponhamos uma pessoa ali, talvez um Robinson Crusoé, da Vida. Veremos, então, a semente, a potencialidade do Reino Sombrio. Mais ainda, talvez, se adicionarmos o simpático Sexta-Feira à estória. Emergirão Pensamentos, desejos e comportamentos esquisitos, porém, a sua capacidade de efetivação ainda é escassa. Se desembarcarem mais homens e mulheres, aos poucos ali deixará de ser o Éden. Serão conflitos, disputas, tentativas de domínio de uns sobre os outros – sobretudo nas deturpadas Personalidades com Transtorno Esquerdóide. Confusões, discussões, barulheira, busca de privilégios, sujeiras, etc.

Quanto maior a população humana, mais infernal o lugar será. Os recursos logo se escassearão. As disputas quanto à caça e coleta e armazenamento de Água e alimentos, e pelos melhores espaços, serão acirradas, decididas com base na Lei do mais forte e/ou melhor armado. Enfim, o Outro encontrará campo para se manifestar, instilar discórdia, inimizade e revolta. Sempre com as suas velhas e abjetas trapaças e artimanhas. Além, é óbvio, de contar com as suas duas filhas mais amadas: a Inveja e a Vaidade, que são essencialmente covardes, más, traiçoeiras, ególatras e cínicas, como de resto todos os socialistas e comunistas, que mimetizam a sua real natureza, mentem, desinformam e mascaram as suas verdadeiras intenções!

Ademais, isto corrobora a nossa tese de que o Velho Testamento se divide em duas partes: uma Mítica e outra, Político-Histórica. Por exemplo, como um Anjo poderia ter caído, movido pela soberbia, se a essa linda categoria de Seres perfeitos, não foi dado o Livre-Arbítrio? Parece-nos muito mais plausível que o homem seja acometido pelo afã edipiano de destronar o Pai e lhe usurpar o Trono, seja na mitologia grega, judaica ou qualquer outra. Mesmo o deslize de Adão e Eva, como relato fiel dos acontecimentos, não possui nenhum embasamento lógico, senão vejamos:

Se onde estavam fosse deveras o Éden, como a Serpente (ou qualquer outra alegoria do mal) teria conseguido entrar? Teria havido uma falha no sistema de segurança ou a anuência do esplendoroso Senhor Deus? A primeira, constitui uma hipótese inconcebível. A segunda, poderia, no máximo, revelar uma intenção dEle não de sacanear a humanidade, evidentemente, mas talvez de submetê-la a uma experiência de ser carnal e espiritual, Animal e Divina, racional e instintiva, assim ampliando o seu poder, a sua iluminação e o seu crescimento. Houve de fato uma queda? No caso de resposta positiva, então tanto a essência quanto a finalidade do episódio são bem diferentes daquilo que costumamos cogitar.

E como o incauto casal poderia ser acusado, já que não tinha maturidade, experiência de Vida e Conhecimento? Ora, o Código Penal brasileiro trata da imputabilidade, ou seja, certas criaturas especiais ou quaisquer outras sob condições específicas de alteração não proposital da Consciência e Percepção, não podem ser responsabilizadas por ações ou omissões criminosasE como o amado, maravilhoso e santo Senhor Jesus declarou, se um pai carnal faz e oferece o melhor para os seus filhos, o quê dizer do amado Pai nosso que está nos Céus? Como narração realista dos fatos, é singela, sem sentido e superficial, contudo, alegoricamente é espetacular, completa e complexa. Amado/a irmão/ã, pense bem! O infinitamente bendito Senhor Deus, não saberia de antemão tudo o que aconteceria, montada a fórmula: fruta proibida, tentação, seres humanos mais ingenuidade? Ele não tem inteiro, perfeito e infalível Conhecimento do Passado, Presente e Futuro? A surpresa e a perplexidade do magnífico Senhor Deus aconteceram mesmo?  Ou, pior, não passaria tudo de mero sadismo e mordacidade?

O outro item que tememos gerar mais polvorosa, tem muito a ver com este primeiro. Desejamos citar um Autor que se mostra bastante indigesto para inúmeros Intelectuais, entretanto, reconhecemos que tecnicamente a sua Obra principal é, no mínimo, interessantíssima. Trata-se do Filósofo, Historiador, Poeta, Diplomata e Musicista florentino, Nicolau Maquiavel (1469 – 1527)         . O PRÍNCIPE é considerado por muitos Cientistas Sociais como um clássico da Ciência Política, contudo o vislumbramos mais como um tratado de Psicologia Experimental, um quase perfeito e brilhante manual de manipulação. Não é à toa que o seu nome, Maquiavel, se tornou o adjetivo de gente sinistra, que trata os outros como simples fantoches, peças de jogo ou massa de manobra. São os conhecidos homens e mulheres (e até certos pequerruchos) “maquiavélicos”!

Pois muito bem, amada irmandade. Encontramo-nos diante daquilo que consideramos o maior, pior e mais nefasto Inimigo da humanidade e do nosso exuberante Planeta. Recomendamos cautela e discrição às Almas mais sensíveis, aconselhando mesmo que interrompam aqui a leitura, pois vai se tornando assaz e cada vez mais repulsivo o nosso tema. Mesmo porquê, nenhum de nós escapa inteiramente dele, assim como “não há homem que não peque”!  Credo, seremos o próprio Demônio? O ego não passa de um apêndice supurado que carregamos desde o nascimento, alimentado e reforçado durante a Vida por familiares, amigos e marxistas culturais? Imagine o choque de uma criança ao saber que existem milhões de Bactérias morando, alimentando-se e reproduzindo-se em seu interior, embora apenas 4% sejam efetivamente nocivas… Em qualquer caso, haverá cura ou saída? Queremos dizer, não a propósito desses seres microscópicos, pois várias espécies são imprescindíveis à nossa sobrevivência e bem-estar, como zelando pelos nossos sistemas imunológico, digestivo e outros. Referimo-nos ao velho patife e adversário, o ego.

Primeiro de tudo, é extremamente importante esclarecer e delimitar a terminologia, nosso principal apetrecho nesse jogo mental e espiritual. Quando falamos de ego, deveria ser óbvio para as Mentes mais esclarecidas e menos abduzidas pelos canalhas marxistas, gramscianos e frankfurtianos em geral, que não nos referimos ao fruto do Sentimento de Identidade, tampouco ao Eu que o panaca fundador da Psicanálise, o Neurologista e Psiquiatra austríaco, dr. Sigmund Freud (1856 – 1939), estipulou como a fase consciente e objetiva, que compartilha a Ponte de Comando da Personalidade com o Censor e Diretor dos elevados, austeros e repressivos padrões éticos e morais, o Superego, o Gerente dos prazeres, das curtições, do gozo sensorial e das virtudes carnais e instintivas, o ID.

        Freud se tornou o queridinho da “esquerdalha”, tendo inspirado um sem-número de patifes “intelectualóides”, fundadores de “Escolas de Psicologia e Psicoterapia” fraudulentas, infernais e desencaminhadoras, por supostamente haver descoberto e demonstrado os mais sórdidos, perversos e horríveis tecidos, tendências e inclinações sexuais humanos. Dentro dos planos de soçobrar a sociedade, a Família, a Ordem, a Propriedade, enfim, a própria civilização, era necessário primeiro derrubar a auto-estima, a sanidade e a crença nos Valores e Princípios mais elevados. Quanto menos espiritualistas forem as pessoas, quanto menos valorizarem a Moral, a Ética e os Bons Costumes, mais fácil será lançá-las em fossas de Depressão, escuridão e vazio existencial, encabrestando-lhes em seguida o Corpo, a Cabeça e o Coração. Escravos dos apetites, dos sentidos e do ego não precisam de correntes nos pés, só na Mente!  

        O ego não significa ser simplesmente quem os outros ou nós acreditamos ser. Nem aquele que somos deveras. É, na Realidade, a exacerbação de si mesmo e da suposta importância de ser. Naturalmente, todas as criaturas se identificam consigo (o Eu, o Corpo, a Vida, os grupos aos quais pertencem, etc.) e provam necessidades, desejos e vontades em vários níveis. Anormalidade significa negar ou negligenciar essas manifestações, Sensações, Percepções e referências. O ego, como se pode depreender, é se colocar a si acima de tudo e de todos. Não ter empatia, solidariedade e compaixão.

Se você analisar (parametrizando esse estudo e reflexão, com a Bíblia), notará que o ego, diretamente ou mediante as suas crias e produtos, sempre está presente como impulso, justificativa ou instrumento dos mais pérfidos e hediondos crimes. Logo no começo, em Gênesis, Caim mata a Abel movido pelo ego. Talvez o amado Senhor Deus tenha aceitado somente a oferenda da vítima a fim de testar o Caráter, o Temperamento e a Personalidade do infanticida. Claro que para o Senhor Supremo, qualquer oferta teria igual valor. Quem pode acreditar que Ele fosse tão fissurado por carne a ponto de magoar o outro? Existem inúmeras outras passagens, onde a teoria do ego é fartamente comprovada.

Apenas a título de ilustração, se estivéssemos agora num culto presencial, poderíamos pedir a você para abrir a Bíblia nos endereços seguintes, mas como transcrevemos os trechos, não é necessário:

– “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.” (Lucas 9: 23)

“Quando por alguém fores convidado às bodas,  não te assentes no primeiro lugar; não aconteça que esteja convidado outro mais digno do que ti; e vindo o que te convidou a ti e a ele, te diga: Dá o lugar a este; e então, com vergonha, tenhas de tomar o derradeiro lugar. Mas, quando fores convidado, vai, e assenta-te no derradeiro lugar, para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, sobe mais para cima. Então terás honra diante dos que estiverem contigo à mesa. Porquanto qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado.” (Lucas 14: 8-11)

– “Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Oh, Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.  Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Oh, Deus, tem misericórdia de mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.” (Lucas 18: 10-14)

Parece, assim, evidente sermos o “Devorador” que conspira e obra contra nós próprios ou, ao menos, que temos em nossa constituição básica animal, humana, mental e espiritual esse apêndice que mina as nossas melhores vocações, intenções e capacidades, ou seja, o ego? Afinal, é ele quem sofre (e causa sofrimentos nos demais) realmente, colocando-nos em situações intrincadas e delicadas. Faz com que nos sintamos ofendidos, defensivos e alimenta, em nosso íntimo, a fogueira das mágoas, os desejos de vingança e os rancores. Em razão da sua dinâmica egocêntrica, apegamo-nos ao passado e, simultaneamente, projetamos nossos desejos, anseios e temores ao futuro, comprometendo e destituindo de qualquer glória, graça e prazer o presente.

Aludimos atrás a um dos muitos tenebrosos objetos de fetiche dos vermelhoso dr. Freud. Obtemperando, podemos até afirmar que, apesar de tudo, ele deu alguma contribuição às Ciências do Comportamento, à Filosofia Social e, sobretudo, à formação de alguns Discípulos de mérito. Praticamente todos os seguidores, colaboradores e militantes se tornaram dissidentes, não suportando o seu pesado, autoritário e tirânico jugo.  Apreciamos sobremaneira o trabalho do Psicanalista austríaco, o dr. Wilhelm Stekel (1858 -1940), fundador da primeira Sociedade Psicanalítica, Escritor de vasto, belo e questionável (quanto à autenticidade dos casos arrolados) trabalho. Os seus estudos forneceram-nos ferramentas eidéticas utilizáveis em nossas investigações metafísicas, psicológicas e filosóficas do ego. Por exemplo, não necessariamente uma pessoa simples, humilde e passiva está imunizada contra a contaminação do ego. Além dos tradicionais mecanismos de defesa psicanalíticos, como formação reativa, projeção e racionalização, apreciamos citar o dr. Stekel acerca da “Lei da Bipolaridade dos Fenômenos Psíquicos”! Nem tudo é como parece, assim como nem tudo que parece, é. O resto,  conclua por si.

O Príncipe do ego é o próprio mendigo. A “esquerdalha” incentiva o ego através de suas várias manobras sub-reptícias, sujas e maldosas, como a incitação a conflitos pessoais e interpessoais, revoltas, protestos, exigência de “direitos” sociais, civis e trabalhistas abusivos e indevidos, mumificação anímica e “mimização” não por amar ou querer bem as massas (pelas quais realmente nutre desprezo), mas com o intuito de dividir a sociedade, desencadear violência, inveja, lutas de classe, greves e crimes, bem como conduzir tranquilamente essa manada carente, dependente e inconsciente. Um escravo do ego é um boboca bem babaca, manipulado com enorme facilidade. Qualquer elogio o conquista perene e perdidamente.

Os socialistas e comunistas também defendem  simulacros de “liberdade de expressão”,  como a permissão de se burlar as regras gramaticais, além do incentivo a  outras deficiências culturais (como Conhecimento superficial ou nulo de Ciências, História, Atualidades, etc.), para que num futuro não distante, o seu rebanho esteja pronto e preparado para obedecer, sem questionamentos nem resistência, como colocou o brilhante e sapientíssimo Economista, Crítico Social, Filósofo e Autor Liberal americano, Dr. Thomas Sowell (1930 – …), no seu exuberante opúsculo DISCRIMINAÇÃO E DISPARIDADES,  publicado pela excelente Editora Record, 2019.

O ego não é um ser inteligente. Muito menos o seu hospedeiro mental e anímico. Mas mostra-se astuto, obstinado e capaz de grandes sacrifícios, inclusive cometer suicídio, no afã de se auto-glorificar, engrandecer e exaltar. Infelizmente, muitos  que se desviaram do bom, correto e santo Caminho, movidos por ideais no início até nobres, tipo assumir responsabilidade pela própria Vida e direção, como certas vertentes de clubes de Bodes e Rosacruzes, acabaram caindo nas malhas sutis das mais tétricas Ilusões luciféricas e egocêntricas, tornando-se presas de falsos ideais de “Justiça” ou “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, sendo usados em suas loucuras, sandices e vaidades por monstros totalitários. Diversos deles se tornaram tão narcisistas, julgando-se especialmente abençoados e ungidos de Sabedoria, Poder e Glória, que nem notam toda a sua preguiça, futilidade e insensibilidade.

Enquanto o Cristianismo, em sua singeleza, fraternidade e rendição ao Senhor Deus resgata multidões e opera milagres, como o perdão, as curas e outras Libertações, os esnobes e pernósticos esotéricos e iniciados de uma enganosa “Nova Era”, apenas lançam blagues, blasfêmias e besteiróis. E os seus aliados, os chamados “progressistas”, escondem de todos que durante “governos populistas, pseudo-democráticos e esquerdistas”, criam-se mais e mais programas sociais, regulações salariais, cotas, licenças, burocracia, restrições aos Direitos e Garantias individuais, à Liberdade Econômica, enquanto despencam as exportações, não existe crescimento econômico, o ritmo industrial se desacelera, a taxa de desemprego e a inflação sobem, aumentam os índices de corrupção e violência (assaltos, homicídios, lesões corporais, acidentes de trânsito, etc.), mesmo com leis altamente repressivas, desarmamento e assim por diante.

Amado/a irmão/ã, é urgente estarmos atentos e despertos à Verdade, por mais que no princípio ela possa nos incomodar, assustar e parecer estranha. O amado Senhor Jesus não espera nem exige que sejamos perfeitos, mas sabe que podemos melhorar e crescer cada vez mais. Não é correto nem necessário alimentarmos a pretensão de imitá-Lo e ser como Ele, mas sempre que tivermos qualquer dúvida podemos orar, meditar e buscar compreender o quê espera de nós. O Senhor Deus não deseja ser glorificado, bajulado ou lisonjeado por causa do ego, coisa que Ele não tem, claro, mas porque adorá-Lo é ótimo para nós! O nosso Princípio principal deve ser darmos o melhor de nós, as primícias… Colaborarmos mental, espiritual e materialmente, conforme a nossa possibilidade e disposição, com o nosso próximo. E quando percebemos que os prazeres e do Mundo são como ficar se embriagando bestamente e, depois, se comprazer em dar pauladas na própria cabeça; que o sexo pelo sexo é simples masturbação, que tudo o mais é efêmero, frágil e, cedo ou tarde, torna-se frustração, então não teremos mérito por escolher o certo: é muito melhor, mais saudável, gostoso, inteligente e frutificante! Você amar sem reservas nem segundas intenções as pessoas, é ser um com o maravilhoso Senhor Jesus, que é UM com o Pai! Abraços e beijos! Paz do Senhor!

 

  1. Lafam.

 Out./2019 

 

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