INFORMAÇÕES SOBRE AS FAMILIAS LUZ, BARBOSA E SANTOS

20/02/2015 19:00

BrarbosaAFRÃNIO MELLO – afraniomello@itapetininga.com.br – ATENDIMENTOS NÚMEROS 428 , 429 e 430

 

Zelair,

 

Não tenho arquivos de NOMES e de FAMÍLIAS e sim de SOBRENOMES.

Estou enviando para sua apreciação o que tenho e é um bom material que

vai ajudá-la a direcionar suas pesquisas.

 

Segue anexado:

 

 

LUZ               01 página e sem brasão , em espanhol e com a tradução nesta mensagem ;

BARBOSA      46 páginas  e 5 brasões e

SANTOS         27 páginas e 9 brasões.( Oito brasões anexados em foto de forma individual )

 

Espero que faça um bom proveito e alguns quadros dos brasões e os pendure em alguma parede

de sua casa. Ficam muito bonitos.

 

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello

IHGGI / ROL – Região On Line

 

LUZ

 

El origen hay que buscarlo en Francia, de donde pasó a establecerse en España, Portugal, Cuba y Méjico.

Parece que su origen proviene de la palabra italiana “lux”. De la rama española, citaremos a don Juan Bustamante

Porcel de Lerma y Luz, natural de Granada, caballero de la Orden de Santiago. Y en América, don Antonio de

Luz Meyreles, Abogado de los Reales Consejos, Doctor en Derecho y Catedrático de la Universidad de la Habana.

Los blasones que el linaje Luz ostenta obtuvieron certificación de blasones por parte del Rey de Armas de Carlos III,

en 1.774. Se da la circunstancia que este apellido, Luz se encuentra hoy en día más difundido en la América de habla

española que en la propia Península Ibérica. Armas: Un lucero de oro, en campo de azur.

 

A origem pode ser encontrada na França, onde passou a instalar-se em Espanha, Portugal, Cuba e México.
Parece que sua origem vem de lux a palavra italiana. A filial espanhola, citaremos a don Juan Bustamante
Porcel de Lerma e luz, natural de Granada, cavaleiro da ordem de Santiago. E na América, don de Antonio
Luz Meyreles, advogado dos conselhos real, doutor em direito e Professor da Universidade de Havana.
Os brasões qual linhagem luz obteve a certificação de brasões de armas, pelo rei de Armas de Carlos III,
em 1.774. Dada a circunstância de que este sobrenome, luz é agora mais difundida na América fala
Espanhol do que na Península Ibérica em si. Armas: Um ouro no campo de azur lucero.

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Barbosa

 

Barbosa ou Barboza, ilustre e antiquíssima linhagem portuguesa, tem o seu nome raízes toponímicas, visto derivar da quinta e honra de Barbosa, na freguesia se São Miguel das Rãs, perto do Mosteiro de Cete. O nome Barbosa, indica um lugar onde há muitas barbas de bode ou barbas de velho (uma espécie de planta ) Os Barbosa procedem de Dom Sancho Nunes de Barbosa, que era descendente do Conde Dom Nuno de Celanova e sobrinho de São Rosendo. Embora aparentada com todas as grandes linhagens de origens anteriores à fundação da Nacionalidade, a família dos Barbosas sofreu uma grande decadência durante os séculos XIII e XIV, vindo a fixar-se a meio da escala nobiliárquica. As duas formas de escrita tanto com S ou Z, procedem da mesma linhagem, isto é devido a erro de grafia no momento do registro em cartórios ou em outras repartições públicas.

Do feminino de um possível adjetivo barboso, derivado de barba e sufixo -oso, aplicado a terra que tivesse em abundância plantas em cujo nome entra a palavra barba (Antenor Nascentes, II, 38). Família que tirou o seu sobrenome da quinta chamada de Barbosa, de que são senhores (Sanches Baena, II, XXIII). Portugal: o genealogista, magistrado e escritor Cristóvão Alão de Moraes [1632-], em sua valiosa obra Pedatura Lusitana-Hispanica, composta, em 1667, dedica-se ao estudo desta família [Alão de Moraes, Pedatura, I, 1º, p. 145, 210; VI, 2º, p. 195, 313]. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário de Famílias, principia esta família em D. Sancho Nunes Barbosa, Senhor da Quinta de Barbosa, junto do Paço de Souza, que obteve por casamento [séc. XI], com Tereza Mendes, filha de D. Mem Moniz de Riba Douro e D. Urraca Mendes. D. Sancho, era filho do conde D. Nuno de Cellanova e de D. Gomes Echigues, sendo esta, filha do conde D. Gomes Echigues, que dizem ser o primeiro que usou o sobrenome Souza (v.s.), em Portugal (Gayo, Barbozas, Tomo V, § 1, 12).

 

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Santos, sobrenome luso-espanhol de origem religiosa, resultado da abreviatura de Todos os Santos, era dado com freqüência a pessoas nascidas no dia 1 de Novembro, vindo mais tarde a ser adotado como nome de família.

O vocábulo português deriva da palavra latina sanctus que significa “santo”, “consagrado”. Originalmente, a idéia que se pode inferir do uso desta palavra é “separação para o serviço prestado às divindades”. Quando se refere a pessoas, pode indicar uma pessoa especialmente devotada, o que a distingue das massas populares. Uma palavra associada a esta, e que ao mesmo tempo precisa ser diferenciada, é o adjetivo sacer (-cra -crum), que significa “sagrado”, “que não pode ser tocado, sem ser manchado ou sem manchar”, “consagrado”.

O adjetivo latino sacer indica um estado; e sanctus, o resultado dum acto. Sacer, em termos gerais, tem “hieros” como seu correspondente na língua grega. No grego, hieros (equivalente a sacer) denota aquilo que é santo, em e por si mesmo, independentemente de qualquer julgamento ético.

Quando o nome é derivado do primeiro nome do pai ou da mãe, dir-se-á que tem origem patronímica ou matronímica. Neste caso, Santos é derivado do nome próprio Santo, nome muito popular na Península Ibérica durante a Idade Média. Neste caso, o apelido Santos significa assim “filho ou descendente de Santo” .

O sobrenome Santos pode ter também uma segunda origem: geográfica, se referido aos apelidos dos quais a origem se encontra no local de residência do portador original, como poder tratar-se do caso de Santos na localidade de Mação, no Brasil ou em Espanha, de uma região na Andaluzia, chamada “Sierra de Los Santos”.

Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registo de Martinho dos Santos, religioso português falecido em 1571, não se conhecendo, contudo, quaisquer linhagens em que uso de Santos se tenha transmitido de pais para filhos.

Defendem alguns autores o uso provável de Santos como segundo nome dado a crianças nascidas ou deixadas na roda dos expostos no antigo Hospital de Todos os Santos, em Lisboa.

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From: ROL – REGIAO ON LINE

Sent: Wednesday, February 18, 2015 10:53 AM

To: Zelair dos Santos De Carvalho

Subject: Re: Jornal ROL – Região Online – Cidadania: Informação

12 anexos

 

 

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