Genealogia: informações sobre as famílias Santos, Campos, Vieira e Gomes

31/03/2019 23:57

Afrânio Franco de Oliveira Mello

ATENDIMENTOS NÚMEROS 1112,1113,1114 e 1115

Preado Luiz Gustavo, boa tarde.

Vou as remessas em duas etapas.

Nesta segue:

SANTOS……………… 27 páginas e 11 brasões e mais 2 em separado e um arquivo com todos os brasões ;

CAMPOS…………….  12 páginas e 14 brasões ;

VIEIRA……………….    2 páginas e 1 brasão ;

GOMES……………..   36 páginas e 14 brasões e mais o arquivo de 3 páginas da origem espanhola.

Abaixo um pequeno resumo dos arquivos principais que só você recebe.

Este é para publicação no Jornal Cultural ROL onde os leitores poderão ver este resumo.

Veja que existe uma imensa quantidade de nomes que aqui chegaram com esses sobrenomes, para onde foram,

com quem casaram, etc…

São ao todo, nesta remessa, 80 páginas e 40 brasões.

Espero que encontre a sua ancestralidade.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
afraniomello@itapetininga.com.br

:
“Estas informações estão sendo fornecidas gratuitamente
e serão publicadas na edição virtual do Jornal Cultural
ROL – (www.jornalrol.com.br).
A não concordância com esta publicação deve ser informada imediatamente.
Gratos”

Santos

sobrenome luso-espanhol de origem religiosa, resultado da abreviatura de Todos os Santos, era dado com freqüência a pessoas nascidas no dia 1 de Novembro, vindo mais tarde a ser adotado como nome de família.

O vocábulo português deriva da palavra latina sanctus que significa “santo”, “consagrado”. Originalmente, a idéia que se pode inferir do uso desta palavra é “separação para o serviço prestado às divindades”. Quando se refere a pessoas, pode indicar uma pessoa especialmente devotada, o que a distingue das massas populares. Uma palavra associada a esta, e que ao mesmo tempo precisa ser diferenciada, é o adjetivo sacer (-cra -crum), que significa “sagrado”, “que não pode ser tocado, sem ser manchado ou sem manchar”, “consagrado”.

O adjetivo latino sacer indica um estado; e sanctus, o resultado dum acto. Sacer, em termos gerais, tem “hieros” como seu correspondente na língua grega. No grego, hieros (equivalente a sacer) denota aquilo que é santo, em e por si mesmo, independentemente de qualquer julgamento ético.

Quando o nome é derivado do primeiro nome do pai ou da mãe, dir-se-á que tem origem patronímica ou matronímica. Neste caso, Santos é derivado do nome próprio Santo, nome muito popular na Península Ibérica durante a Idade Média. Neste caso, o apelido Santos significa assim “filho ou descendente de Santo” .

O sobrenome Santos pode ter também uma segunda origem: geográfica, se referido aos apelidos dos quais a origem se encontra no local de residência do portador original, como poder tratar-se do caso de Santos na localidade de Mação, no Brasil ou em Espanha, de uma região na Andaluzia, chamada “Sierra de Los Santos”.

Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registo de Martinho dos Santos, religioso português falecido em 1571, não se conhecendo, contudo, quaisquer linhagens em que uso de Santos se tenha transmitido de pais para filhos.

Defendem alguns autores o uso provável de Santos como segundo nome dado a crianças nascidas ou deixadas na roda dos expostos no antigo Hospital de Todos os Santos, em Lisboa.

Segue alguns esclarecimentos sobre a origem do sobrenome Santos, elaborados por G.C. Santos: “O vocábulo português que deriva da palavra latina sanctus (-a -um), significa “santo”, “consagrado”. Originalmente, a idéia que se pode inferir do uso desta palavra é “separação para o serviço prestado às divindades”. Quando se refere a pessoas, pode indicar uma pessoa especialmente devotada e distinguindo-se das massas populares. Uma palavra associada a esta, e que ao mesmo tempo precisa ser diferenciada, é o adjetivo sacer (-cra -crum), que significa “sagrado”, “que não pode ser tocado, sem ser manchado ou sem manchar”, “consagrado”. O adjetivo latino sacer indica um estado; e sanctus, o resultado dum acto. Sacer, em termos gerais, tem a hieros como seu correspondente na língua grega. No grego, hieros (equivalente a sacer) denota aquilo que é santo, em e por si mesmo, independentemente de qualquer julgamento ético. O sobrenome português Santos pode ser de origem patronímica. Quando o nome é derivado do primeiro nome do pai, ele é dito como sendo de origem patronímica, e quando é tirado do nome pessoal da mãe, ele é considerado de origem de origem matronímica. Neste caso, Santos é derivado do nome próprioSanto, nome muito popular na Península Ibérica durante a Idade Média. O sobrenome Santos significa assim “filho ou descendente de Santo” . Era muito comum na era medieval, crianças receberem o nome de Santo quando nasciam no dia de “Todos os Santos“. O sobrenome Santos pode ter também uma segunda origem. Pode ser habitacional, se referindo aos sobrenomes dos quais a origem se encontra no local de residência do portador original. Nomes habitacionais nos dizem de onde foi saído o progenitor da família, seja uma cidade ou um lugar identificado por uma característica topográfica. Quanto ao sobrenome Santos, este é derivado de uma região na Andaluzia, na Espanha, chamada “Sierra de Los Santos“. Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registro de Martinho dos Santos, religioso português falecido em 1571.” [FONTE: Erro! A origem da referência não foi encontrada. – Endereço: http://www.geocities.com/ Heartland/Bluffs/6581/ Santos2.htm]. Em Espanha, a linhagem Santos teve sua origem na vila de Santillana, do partido judicial de Torrelavega (Cantábria), em dita cidade radicou-se a muito antiga e nobre casa solarenga com este sobrenome. Alguns de seus descendentes passaram a residir nos povoados montanheses de Revilla, Ruiloba e Espinosa [Centro Español de Investigación Heráldica – http:// www.ceih.com/heraldicahispana/presenta.html]. Brasil: Sobrenome de inúmeras famílias espalhadas por todo o território brasileiro: Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amazonas, Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, São Paulo, Piauí, Pará, Bahia, Pernambuco, etc. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a família de Antônio dos Santos [1645, RJ – 1710, RJ], filho de Manuel Afonso e de Beatriz Pereira. Deixou geração do seu cas., em 1675, no Rio, com Inez Rodrigues de Alvarenga [1651, RJ – ?], filha de João Pereira Lobo (Rheingantz, III, 140). Rheingantz registra mais 8 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro.

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Campos

  • sobrenome de raiz naturalmente toponímica, Campo e Campos é um único sobrenome se bem com a variante do plural. Uma das famílias que o adotaram por sobrenome é de origem espanhola, tendo passado a Portugal um ramo em finais do séc. XIV, aqui se ligando por casamento a famílias de boa e comprovada nobreza. Acima o brasão português e abaixo o espanhol.
  • Diversa é a origem portuguesa de Campos, que os genealogistas fazem derivar de Martim de Campos, cavaleiro que foi contemporâneo do rei Dom Afonso III.
  • A Gonçalo Vaz de Campos, escudeiro de Dom Frei Vasco de Ataíde, prior da Ordem do Hospital, concedeu Dom Afonso V, em recompensa pelos serviços prestados na conquista de Alcácer, carta de armas novas.

Procede esta família da comarca conhecida na antigüidade com o nome de «Campi Gotorum», que compreendia o que depois se chamou “Terra de Campos”, pertencente às províncias de Palencia, Leão e Valladolid (Espanha). Portugal: o genealogista português Manuel José Felgueiras Gayo [1750-1831], em sua obra Nobiliário das Famílias de Portugal, dedica-se ao estudo desta família, onde apresenta 9 origens para esta família em Portugal, na sua maior parte de origem espanhola. Entre elas, a família de Martim de Campos, que viveu na prov. do Minho, no tempo de D. Afonso III, rei de Portugal, em 1245. Era Senhor do Casal do Cortinal, e quinto avô de Gonçalo Vaz de Campos, escudeiro do prior de Crato, que obteve brasão de armas (Anuário Genealógico Latino, I, 25, 27; e Gayo, Campos, Tomo VIII, § 4, 116). O genealogista, magistrado e escritor, Cristóvão Alão de Moraes [1632-], em sua valiosa obra Pedatura Lusitana-Hispanica, composta em 1667, dedica-se ao estudo desta família [Alão de Moraes – Pedatura, I, 1.º, 353; III, 1.º, 450; 2.º, 390; IV, 2.º, 267]. Galiza: o genealogista Frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família [Pozo – Linajes de Galícia]. Brasil: Numerosas foram as famílias, que passaram com este sobrenome para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões. Não se pode considerar que todos os Campos existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome pela simples razão de ser de origem geográfica, ou seja, tirado do lugar de Campos. O mesmo se aplica no campo da heráldica. Jamais se pode considerar que uma Carta de Brasão de Armas de um antigo Campos, se estenda a todos aqueles que apresentam este mesmo sobrenome, porque não possuem a mesma origem. Pode-se exemplificar esta origem totalmente diversa, no caso de São Paulo, cujos detalhes são apresentados adiante. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, está a de Domingos de Campos [c.1610- ?], que deixou descendência, a partir de 1641, com Maria [ilegível] (Rheingantz, I, 287).

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Vieira


sobrenome  de origem portuguesa com raízes toponímicas, pode ele derivar tanto de Vieira do Minho como de Vieira de Leiria. Os Vieiras antigos tiraram o sobrenome da primeira daquelas, e deles se conhece logo em inícios do século XIII a Rui Vieira, sabendo-se que era fidalgo, pois segundo as Inquirições de Dom Dinís, se sabe que ele honrou a sua terra da comarca de Vieira do Minho. Daquele Rui Vieira foram filhos Pedro e João Rodrigues Vieira, que deixaram ambos descendência que continuou o nome.

Armas

De vermelho, seis vieiras de prata postas em duas palas. Timbre: dois bordões de Santiago de vermelho, ferrados de ouro, passados em aspa e encimados por uma das vieiras do escudo.

Certos ramos desta família usaram uma variante, com as vieiras de prata e um timbre formado por uma aspa de vermelho, carregada de cinco ou três vieiras do escudo

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Gomes

sobrenome de origem espanhola. Tratando-se de um patronímico, pois remonta ao nome próprio do fundador deste tronco familiar, a seu propósito se dirá antes de mais nada que existiram muitas famílias que o adotaram por sobrenome e nenhum laço de sangue os ligavam entre si.   Inicialmente, os primeiros a utilizar este sobrenome eram conhecidos “Fulano Filius Quondam Gomes “ ou seja “ Fulano filho do senhor Gomes” , já a Segunda geração, ou seja, os netos do senhor Gomes já utilizavam o nome do avô como sobrenome.

Mas a ser verdadeira a dedução genealógica que se reproduz na mais antiga carta de brasão com armas de Gomes – 20 de Março de 1621 – é plausível que el-rei D. João II tenha concedido a Martim Gomes Bravo, fidalgo galego casado com Cecília Cardoso, criada da Infanta D. Joana ou Beata Santa Joana, irmã daquele monarca, as armas que terão erradamente passado a ser consideradas armas desta família.

Este sobrenome tem origem portuguesa e galega ( Norte da Espanha ). Existem registros do século IX como Gomizi e Gomiz, em espamhol utiliza-se Gomez e Güemes, sua origem provável pode ser, afirmam alguns genealogistas, vem de uma abreviação do visigodo  “ Gomoarius “ que significaria “ Homem de Guerra “ , o qual pôr vezes foi utilizado como nome próprio. Isto é de origem patronímica.

De formação patronímica: filho de Goma, do gótico guma, inglês antigo guma, antigo francônio goma, feito de goma. A forma primitiva seria Gomici, que nas fontes aparece comoGomece, Gomice, Gumice, Gomize, Gumize, Gomeze, Gomez. Já foi nome de batismo (Antenor Nascentes, II, 127). Segundo alguns, em Portugal, procedem da família Gomes, daItália, onde era nobre, e da qual houve alguns «Patrícios» em Roma (Anuário Genealógico Latino, I, 50). Assim como os demais patronímicos antigos – Eanes, Fernandes, Henriques,etc. – este sobrenome espalhou-se desde os primeiros anos de povoamento do Brasil por todo o seu vasto território. Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 311]. Galiza: o genealogista, frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família – Gómez [Pozo – Linajes de Galicia]. Brasil: Há diversas famílias com este sobrenome, em diversas partes do Brasil, de origem portuguesa, colombiana, espanhola. paraguaia, argentina, uruguaia, etc.No Rio de Janeiro, entre as quase 150 famílias com este sobrenome, dos séculos XVI e XVII, temos a de Amador Gomes, n. por volta de 1598 e fal. antes de 1654. Deixou largadescendência, a partir de 1624, com Isabel Teixeira (Rheingantz, II, 241). Em São Paulo, entre as mais antigas, encontra-se a de Pedro Gomes, fal. a.1616, e cas. em S. Vicente, comIsabel Afonso, filha de gentio da terra. Deixou geração. Além deste, registram-se, entre outros: Luís Gomes (S. Paulo, 1583). Matias Gomes (Piratininga, 1592), Gaspar Gomes (S. Paulo, 1599) e Lourenço Gomes (S. Paulo, 1599) (AM, Piratininga, 88). Na Bahia, entre as mais antigas, cabe registrar a de Pedro Gomes [Setúbal – 20.12.1692, BA], figura central de seu tempo, na Bahia. Passou para a Bahia e aí ocupou todos os postos nas milícias, sempre se distinguindo, até o de mestre de Campo, a começar de 18.06.1678. Gov. do Rio de Janeiro [16.01.1681 a 25.07.1682]. Moço Fidalgo e Fidalgo da Ordem de Cristo. Deixou geração do seu cas., com a viúva, Isabel da Costa Madeira, filha de Domingos Lopes Falcato e de Águeda da Costa. Foram pais, entre outros, de Antônio Gomes, que tornou-se o patriarca da importante família Gomes Ferrão Castelo Branco (v.s.), da Bahia(Jaboatão, n.º 655). Ainda, na Bahia, registra-se a família de Agostinho Gomes, cavaleiro professo na ordem de Cristo. Familiar do Santo Ofício. Negociante de grosso trato na cidade de Salvador, Bahia.Descendente das famílias Fontoura e Carneiro. Deixou geração do seu cas. com Isabel Maria Maciel Teixeira, filha de Bento Maciel Teixeira e de Maria da Silva. Foram pais do PadreFrancisco Agostinho Gomes, negociante de grosso trato na cidade de Salvador, Bahia, com legítima dispensa. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas – detalhes adiante. Em Minas Gerais, estabelecida na Zona do Carmo, encontra-se, entre as mais antigas, a de Francisco Gomes Pinheiro, que passou para as Minas na era do seu povoamento e foi um dos desbravadores da zona do Carmo, do rio Doce e do Casca. Sesmeiro [1736] em Barra Longa, onde cas., c.1745, com Antônia Pereira de Araújo, do Rio das Velhas (Cônego Raimundo Trindade, Zona do Carmo, 1). Ainda em Minas Gerais, registra-se a de João Gomes Martins [1685, Barcelos – ?], que passou para o Brasil, estabelecendo-se em Sumidouro, Minas Gerais. Foi o fundador de Palmira (hoje Santos Dumont), em Minas Gerais. Deixou geração de seu cas., em 1725, no Rio de Janeiro, com Clara Maria de Melo. Foram pais do inconfidente José Ayres Gomes. No Acre, cabe registrar o português José Gomes dos Santos, que descerrou o seringal Independência, por volta de 1878, situado no rio Purus, dentro de umas oitenta milhas acima da foz do rio Acre (Castelo Branco, Acreania, 172). Para Pernambuco, entre outras, registra-se a família do Coronel João Antônio Gomes [c.1749, Portugal – Recife, PE], Senhor dos Engenhos Mercês, e Penderama, este na Vila do Cabo, PE. Coerciante e opulento proprietário no Recife. Deixou numerosa descendência do seu cas., no Recife, PE, com Caetana Maria de Deus Pires Ferreira [c.1752, Recife, PE – idem], filha de Domingos Pires Ferreira, patriarca desta família Pires Ferreira (v.s.), de Pernambuco. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – a flha, Joana Maria de Deus Gomes [1776, Recife, PE – 10.08.1866, idem], que deixou importante descendência do seu cas. com o Senador José Carlos Mayrink da Silva Ferrão [1771-1846], membro da importante família Mayrink (v.s.), de Minas Gerais; II – a filha, Catarina Maria da Conceição Gomes [1779, Recife, PE – idem], de quem descendem os Gomes, por seu cas., em 1804, no Recife, com seu primo legítimo (paterno) Joaquim Cândido Gomes [c.1775, Recife, PE – d.1836], comerciante; e III – a neta, Caetana Cândida Gomes [1811, Recife, PE – idem], baronesa das Mercês, que deixou geração do seu cas., a 04.10.1831, no Recife, com seu primo paterno, Manuel José da Costa [1809-1885], agraciado com o título de barão das Mercês, integrante das muitas famílias Costa (v.s.), de Pernambuco (Edgardo Pires Ferreira, Mística do Parentesco, I, 6, 36).Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida em São Paulo, procedente de Vigo. Chegou ao Brasil, a 30.04.1885, a bordo do vapor La Plata, Mel. Antonio Gomes Villa, natural da Espanha, 12 anos de idade, com destino a Campinas, SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, pág. 209 – 30.04.1885]. Sobrenome de uma família deorigem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 03.07.1883, a bordo do vapor Bearn, Romon Gomes, natural da Espanha, procedente de Vigo, 13 anos de idade, com destino a Campinas, Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 131 – 03.07.1883]. Sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 07.04.1884, José Gomes, natural da Espanha, procedente de Vigo, 26 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo [Hospedaria dosImigrantes – São Paulo, Livro 002, 039 – 07.04.1884].

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From: Luis Gustavo Laureano

Sent: Monday, March 25, 2019 11:44 PM

To: afraniomello@itapetininga.com.br ; afranio@tintaspig.com.br

Subject: GENEALOGIA

 

Olá Sr.º Afrânio, boa noite!

Conforme contato telefônico, peço gentilmente que o senhor me envie dados genealógicos dos meus ancestrais, conforme segue:

Eu: Luís Gustavo dos Santos Laureano (1988)

Mãe: Emília de Campos Santos (nome de solteira) (1963)

Avô: Paulo dos Santos (1925 – 2006)

Bisavô: João dos Santos (1890 – 1951)

Bisavó: Joaquina Maria dos Santos (1889 – 1958)

Avó: Sarah Vieira Campos (nome de solteira) (1929 – 2008)

Bisavô: Enéas de Campos (1893 – 1976)

Bisavó: Sarah Gomes Vieira (nome de solteira) (1890 – 1972)

Pai: Eliel Aguirra Laureano (1951)

Avô: José Laureano de Camargo (1915 – 1993)

Bisavô: João Laureano de Camargo (1842 – 1949)

Bisavó: Vicentina Ayres Pedroso (1881 – 1967)

Avó: Iolanda Aguirra Laureano (1920 – 2013)

Bisavô: Antonio Aguirra (???? – ????)

Bisavó: Idalina de Moraes (???? – 1986)

Muito Obrigado,

Grande Abraço!

Luís Gustavo

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