Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as famílias COELHO, FERREIRA e SANTOS

11/12/2019 21:17

Afrânio Franco de Oliveira Mello
Eleito em 2017 na categoria ‘Melhor Genealogista’
Eleito em 2018 nas categorias ‘Melhor Escritor’, ‘Melhor genealogista’ e ‘Melhor colunista de Jornal Virtual’

ATENDIMENTOS NÚMEROS 1.194,1.195 E 1.196

Eli, bom dia.

Complementando sua solicitação anterior , encaminho :

COELHO………………….. 14 páginas e 1 brasão com as mais diversas associações com outros sobrenomes e sua fidalguia e mais um brasão em separado para confecção de quadro ;

FERREIRA…………………. 19 páginas e 2 brasões, com inúmeras informações sobre essa ascendência.

SANTOS……………………. 27 páginas e 11 brasões e um grande arquivo de muitas outras informações, incluso o SANTOS na Espanha e seus brasões.

Abaixo resumos dos três sobrenomes extraídos dos arquivos principais que seguem no seu endereço.

Você tem um grande material para completar suas pesquisas e o seu conhecimento de suas origens.

Abraços
Afrânio Franco de Oliveira Mello
afranio@tintaspig.com.br

Observação:
“Estas informações estão sendo fornecidas gratuitamente
e serão publicadas na edição virtual do Jornal Cultural
ROL – (www.jornalrol.com.br).
A não concordância com esta publicação deve ser informada imediatamente.
Gratos”

 

 

Coelho

rodeia as origens desta família toda uma série de lendas que a credulidade de inúmeros genealogistas e a passagem dos séculos tonaram difíceis de desfazer. A verdade, porém, é que elas nasceram da fértil imaginação de João Soares Coelho, trovador e vassalo de Dom Afonso III, tendo por base o desejo de aquele  modesto fidalgo se engrandecer, a si e à sua ascendência, através da adaptação a um antepassado de uma fábula que, originariamente, lhe era estranha.

João Coelho era, com efeito, descendente por via bastardia de um dos filhos bastardos de Dom Egas Moniz «de Riba-Douro», e terá decidido transformar-se e aos seus representantes daquela linhagem, apesar de não terem herdado nem sequer um dos seus únicos bens patrimoniais.

Para tanto, chegou a maquilhar o momento funerário de Dom Egas Moniz, para o decorar com cenas da aventura que lhe atribuíra. Heraldicamente, no entanto, aquele trovador deixou marcada a sua diferença em relação aos verdadeiros ramos da descendência legitima de Dom Egas Moniz.

Os Coelhos descendentes de Duarte Coelho, e que tendo sido capitães de Pernambuco, originaram os Albuquerques Coelho do Brasil usam armas diferentes, que àquele foram concedidas pôr carta de 6 de Julho de 1545.

A Nicolau Coelho, piloto e navegador que comandou a caravela Bérrio da frota que sob o comando de Vasco da Gama fez a descoberta do caminho marítimo para Índia, foram também concedidas armas novas.

Armas

De ouro, um leão de púrpura, armado e lampassado de vermelho, carregado de três faixas xadrezadas de azul e ouro; bordadura de azul, carregada de cinco coelhos de prata, malhados de negro.

De Duarte Coelho: de ouro, um leopardo passante de púrpura acompanhado à destra de uma cruzeta de negro, sustida de um monte de verde em ponta; chefe de prata, carregado de cinco estrelas de seis raios de vermelho, postas em faixa; bordadura de azul, carregada de cinco castelos cobertos de prata, aberta e lavrados de negro. Timbre: o leopardo do escudo.

De Nicolau Coelho: de vermelho, um leão de ouro armado, e lampassado de azul, sendo cada padrão rematado por um escudete de azul, carregado de cinco bezantes de prata postos em aspa. Timbre: o leão do escudo.

Ramos Familiares

Coelho do Amaral

Pinto Coelho

Títulos, Morgados e Senhorios

Barões de Amambaí                           Barões de Arede Coelho

Barões de Itanhaém                           Barões de Paçô Vieira

Condes de Arganil                              Condes de Bovieiro

Condes de Cedofeita                           Condes de Paçô Vieira

Condes de Paçô Vieira                                Senhores da Ilha de Maio

Senhores de Felgueiras                       Senhores de Montalvo

Senhores de Pernambuco                    Senhores de Vieira

Viscondes da Rebordosa                      Viscondes de Alverca

Viscondes de Bivar                             Viscondes de Bovieiro

Viscondes de Canelas                          Viscondes de Cedofeita

Viscondes de Guilhomil                        Viscondes de Lousada

Viscondes de Mogofores                      Viscondes de Pedralva

Viscondes de Porto Martim                   Viscondes de Sousela

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Ferreira

sobrenome de origem portuguesa. Sobrenome de raízes caracteristicamente toponímicas, teve a sua origem, segundo alguns autores, na designação da vila de Ferrera, em Castela, hoje Herrera de Rupisverga, havendo outros que a dão numa das várias vilas portuguesas com o mesmo nome, significaria “lugar onde há ferro ou jazida de ferro” Terá sido o fundador desta família em Portugal, Dom Fernando Álvares Ferreira, senhor do paço de Ferreira, na freguesia de Sâo João de Eiris, comarca de Aguiar de Sousa, rico-homem de Dom Sancho I segundo Rei de Portugal, no final do século XII.  Outros genealogistas dão crédito a Rui Pires, um dos fidalgos que vieram a este reino com a rainha Dona Tareja, foi o primeiro que se chamou de Ferreira, tomando o nome da ” Ferreira de Alves “, de quem foi senhor, e é considerado como sendo o solar da família.

Em Portugal sobrenome tomado do lugar de Ferreira, na Freg.ª de S. João de Eyris, Concelho de Aguiar, comarca do Porto, Prov. do Minho, Portugal (Sanches Baena, II, 68). Do latim ferraria, mina de ferro (Antenor Nascentes, II, 111). Portugal: O primeiro que usou este sobrenome foi Rio Pires, que o tomou da localidade de Ferreira de Aves, de que era senhor e onde fundou o solar da família. Era bisneto de Fernão Jeremias, um dos fidalgos que passaram de Castela a Portugal em 1095, acompanhando D. Teresa, mulher do conde D. Henrique de Borgonha (Anuário Genealógico Latino, I, 43). Felgueiras Gayo, no século XIX, informa que no Concelho de Aguiar se achava o Couto de Ferreira, o Vale de Ferreira, o Rio de Ferreira e o Chão de Ferreira, e que tudo foi motivo de originar esta família. Gayo registra o cavaleiro Martim Ferreira de Oliveira Barros, proprietário da Quinta de Vila Verde, cabeça do Morgado por ele instituído, situada junto do Rio de Ferreira de S. João de Eyris. O mesmo Martim Ferreira, dalí passou para o Casal de Cavaleiros, propriedade da família, já naquele tempo. A Vila e Couto de Ferreira, recebeu foral em 1222, o que o leva a crer que dela deve ter se originado a família. Sua genealogia, traçada com maior segurança, é principiada por Gayo, em D. Álvaro Ferreira, Rico-Homem do reino de Leão, que deve ter vivido pelos anos de 1170. Foi Sr. de Meilas, depois Mancilhe de la Serra, em Castela a Velha, e Senhor da Vila de Ferreira, de onde certamente tomou o sobrenome da família. Foram avós de Pedro Ferreira, sucessor na casa de seu pai, que, juntamente com sua esposa, D. Maria Vaz, deu o foral à vila de Ferreira no ano de 1222, que ele fundou, e povoou dando-lhe por nome o do seu sobrenome em memória do seu antigo Solar, nas Astúrias, em Santilhana (Espanha). Edificou, na mesma vila de Ferreira, um Mosteiro dedicado a São Pedro, para os Cavaleiros Templários (Gayo, Ferreira, Título e § 1.). Deste último casal, foi quinto neto Ayres Ferreira, Escudeiro do Infante D. Henrique, patriarca desta família Ferreira, na Ilha da Madeira, para onde passou no tempo do seu descobrimento, em 1419. Do seu casamento, entre outros, foi seu quarto neto, Antônio Teixeira de Mello, que passou ao Maranhão, conforme se vê abaixo. Ilha da Graciosa: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Graciosa, escreveu, no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VII – Das Ilhas de S. Jorge, e Graciosa, Capítulo IX – Dos outros Capitães Donatarios da Graciosa, & dos Ferreyras, & Mellos que da Graciosa passaram à Terceyra, & de seus Regios troncos, & Ascendentes [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VII, Ilha da Graciosa]. Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 227, 259; III, 473]. Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudadas da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo XXXIV – Dos Ferreiras, nobres Fidalgos, que vieram da Ilha da Madeira, à esta Ilha de Sam Miguel, em tempo do Capitão Ruy Gonçalves da Camara, segundo do nome [Gaspar Frctuoso- Saudades da Terra, 253]. Galiza: o genealogista, frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família [Pozo – Linajes de Galicia]. Brasil: Sobrenome de muitas famílias estabelecidas no Rio de Janeiro, para onde vieram no decorrer dos quinhentos anos de história do Brasil. Entre elas: I – de origem portuguesa, procedente do Porto, a de Bento Ferreira [c.1632, Paço de Souza, têrmo do Porto, Poertugal – c.1669], filho de Manuel Gonçalves e de Isabel Francisca. Casado a 05.05.1658, Rio de Janeiro, RJ, com Maria Alvares [bat. 21.10.1645, Rio de Janeiro, RJ – 02.07.1700, idem], filha de Francisco Alvares e de Prudência Cubas, citados no verbete da Família Alvares (v.s.), do Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, entre as quase 165 famílias com este apelido, nos séculos XVI e XVII, registram-se as seguintes: Antônio Ferreira, 1.º Professor de Latim (c.1574) da Cidade [c.1545-1614]; Diogo Ferreira [c.1573-a.1657]; Garcia Ferreira, Escrivão (1588) da Câmara; João Ferreira, pedreiro [c.1595- ?]; Rodrigo Ferreiro, ourives [c.1587- ?]; João Ferreira Drummond [c.1606- ?]; Manuel Ferreira Soares [c.1586 – ?]; etc. Quase todos deixaram descendência (Rheingantz, II, 73-119). Ainda no Rio de Janeiro, registra-se a numerosa família de Gonçalo Ferreira [c.1618 – 09.10.1663, Rio, RJ], que deixou geração do seu cas., por volta de 1646, com Francisca dos Reis [bat., 08.10.1623, Rio, RJ – 22.11.1708, idem], filha de Manuel Gonçalves e de Barbara Braz.

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Alguns dos Brasões que estão no arquivo do sobrenome SANTOS.

 

 

 

 

 

 

 

Santos

sobrenome luso-espanhol de origem religiosa, resultado da abreviatura de Todos os Santos, era dado com freqüência a pessoas nascidas no dia 1 de Novembro, vindo mais tarde a ser adotado como nome de família.

O vocábulo português deriva da palavra latina sanctus que significa “santo”, “consagrado”. Originalmente, a idéia que se pode inferir do uso desta palavra é “separação para o serviço prestado às divindades”. Quando se refere a pessoas, pode indicar uma pessoa especialmente devotada, o que a distingue das massas populares. Uma palavra associada a esta, e que ao mesmo tempo precisa ser diferenciada, é o adjetivo sacer (-cra -crum), que significa “sagrado”, “que não pode ser tocado, sem ser manchado ou sem manchar”, “consagrado”.

O adjetivo latino sacer indica um estado; e sanctus, o resultado dum acto. Sacer, em termos gerais, tem “hieros” como seu correspondente na língua grega. No grego, hieros (equivalente a sacer) denota aquilo que é santo, em e por si mesmo, independentemente de qualquer julgamento ético.

Quando o nome é derivado do primeiro nome do pai ou da mãe, dir-se-á que tem origem patronímica ou matronímica. Neste caso, Santos é derivado do nome próprio Santo, nome muito popular na Península Ibérica durante a Idade Média. Neste caso, o apelido Santos significa assim “filho ou descendente de Santo” .

O sobrenome Santos pode ter também uma segunda origem: geográfica, se referido aos apelidos dos quais a origem se encontra no local de residência do portador original, como poder tratar-se do caso de Santos na localidade de Mação, no Brasil ou em Espanha, de uma região na Andaluzia, chamada “Sierra de Los Santos”.

Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registo de Martinho dos Santos, religioso português falecido em 1571, não se conhecendo, contudo, quaisquer linhagens em que uso de Santos se tenha transmitido de pais para filhos.

Defendem alguns autores o uso provável de Santos como segundo nome dado a crianças nascidas ou deixadas na roda dos expostos no antigo Hospital de Todos os Santos, em Lisboa.

 

 

Segue alguns esclarecimentos sobre a origem do sobrenome Santos, elaborados por G.C. Santos: “O vocábulo português que deriva da palavra latina sanctus (-a -um), significa “santo”, “consagrado”. Originalmente, a idéia que se pode inferir do uso desta palavra é “separação para o serviço prestado às divindades”. Quando se refere a pessoas, pode indicar uma pessoa especialmente devotada e distinguindo-se das massas populares. Uma palavra associada a esta, e que ao mesmo tempo precisa ser diferenciada, é o adjetivo sacer (-cra -crum), que significa “sagrado”, “que não pode ser tocado, sem ser manchado ou sem manchar”, “consagrado”. O adjetivo latino sacer indica um estado; e sanctus, o resultado dum acto. Sacer, em termos gerais, tem a hieros como seu correspondente na língua grega. No grego, hieros (equivalente a sacer) denota aquilo que é santo, em e por si mesmo, independentemente de qualquer julgamento ético. O sobrenome português Santos pode ser de origem patronímica. Quando o nome é derivado do primeiro nome do pai, ele é dito como sendo de origem patronímica, e quando é tirado do nome pessoal da mãe, ele é considerado de origem de origem matronímica. Neste caso, Santos é derivado do nome próprio Santo, nome muito popular na Península Ibérica durante a Idade Média. O sobrenome Santos significa assim “filho ou descendente de Santo” . Era muito comum na era medieval, crianças receberem o nome de Santo quando nasciam no dia de “Todos os Santos“. O sobrenome Santos pode ter também uma segunda origem. Pode ser habitacional, se referindo aos sobrenomes dos quais a origem se encontra no local de residência do portador original. Nomes habitacionais nos dizem de onde foi saído o progenitor da família, seja uma cidade ou um lugar identificado por uma característica topográfica. Quanto ao sobrenome Santos, este é derivado de uma região na Andaluzia, na Espanha, chamada “Sierra de Los Santos“. Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registro de Martinho dos Santos, religioso português falecido em 1571.” [FONTE: Erro! A origem da referência não foi encontrada. – Endereço: http://www.geocities.com/ Heartland/Bluffs/6581/ Santos2.htm]. Em Espanha, a linhagem Santos teve sua origem na vila de Santillana, do partido judicial de Torrelavega (Cantábria), em dita cidade radicou-se a muito antiga e nobre casa solarenga com este sobrenome. Alguns de seus descendentes passaram a residir nos povoados montanheses de Revilla, Ruiloba e Espinosa [Centro Español de Investigación Heráldica – http:// www.ceih.com/heraldicahispana/presenta.html]. Brasil: Sobrenome de inúmeras famílias espalhadas por todo o território brasileiro: Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amazonas, Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, São Paulo, Piauí, Pará, Bahia, Pernambuco, etc. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a família de Antônio dos Santos [1645, RJ – 1710, RJ], filho de Manuel Afonso e de Beatriz Pereira. Deixou geração do seu cas., em 1675, no Rio, com Inez Rodrigues de Alvarenga [1651, RJ – ?], filha de João Pereira Lobo (Rheingantz, III, 140). Rheingantz registra mais 8 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Em Pernambuco, entre as mais antigas a de Manuel dos Santos Aires [c.1658, PE – ?], filho de Domingos Fernandes Aires e de Catarina dos Santos. Passou ao Rio de Janeiro, onde deixou geração do seu cas., em 1685, no Rio, com Maria Cardoso (Rheingantz, III, 141). Ainda em Pernambuco, encontra-se a de Benedicto Luiz dos Santos [c.1794, Portugal – ?], que deixou numerosa descendência, estabelecida no Recife, do seu cas., c.1817, com Ana de Santa Úrsula, nat. de Portugal (Pires Ferreira – Mística, 174). Em São Paulo, entre outras, registra-se de origem portuguesa, a família do opulento Sargento-Mor Lopo dos Santos Serra [c.1714, Lisboa – 1785, SP], filho de Pedro Gomes Ferreira e de Antônia Maria Pinto. Sargento-Mor das ordenanças da Cidade de São Paulo. Deixou numerosa descendência de seu cas., em 1739, em São Paulo, com Inácia Maria Rodrigues Vilares [c.1717 – 1769], filha do Cap.-Mor das Minas de Mato Grosso Luiz Rodrigues Vilares, onde foi grande fazendeiro, e de Angela Vieira e, por esta, bisneta de Francisco Vieira de Souza, patriarca desta família Vieira (v.s.), de São Paulo. Entre os descendentes deste casal, registram-se: I – o filho, o Brigadeiro Francisco Xavier dos Santos [c.1743, São Paulo, SP – 1822], cadete [1771]. Capitão do Regimento de Dragões Auxiliares da Capitania de São Paulo [1772]. Capitão de Cavalaria auxiliar da cidade de São Paulo [já em 1781]. Coronel [1788]. Mestre de Campo do 1.º Terço de Infantaria Auxiliar da cidade de São Paulo [1788]. Com a mudança da denominação dos Auxiliares, foi mantido no cargo, com o título de Coronel do 2.º Regimento de Infantaria Miliciana da cidade de São Paulo [1797]. Brigadeiro Reformado [1813].

 

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From: eli.markes@bol.com.br

Sent: Thursday, December 05, 2019 11:52 AM

To: Afrânio Mello

Subject: RE: Obrigado

 

Boa tarde. Voce poderia enviar para mim a outra lista? Se nao for incomodo

De: “Afrânio Mello” <afraniomello@itapetininga.com.br>
Enviada: 2019/12/05 11:26:17
Para: eli.markes@bol.com.br
Assunto: Re: Obrigado

Se precisar tenho do sobrenome SANTOS, FERREIRA E COELHO

Afrânio

—–Mensagem Original—–
From: eli.markes@bol.com.br
Sent: Wednesday, December 04, 2019 11:15 PM
To: afraniomello@itapetininga.com.br
Subject: Obrigado

Boa Noite Afrânio.Quero agradecer pela lista esta sendo de bom proveito e
conhecimento. Estou tentando montar a genealogia de minha família Valadão
por parte de esposa e Marques dos santos de meu Pai. Os meus bisavós o que
eu sei eram da ilha de acores. Meus bisavós eram de nome Manoel Alberto
Valadão e sua esposa Balbina Ferreira Coelho.Eles vieram todos do RJ mas
como eles chegaram aqui estou tentando achar. Valeu mais uma vez.

=

 

 

Eli, bom dia.

 

Complementando sua solicitação anterior , encaminho :

 

COELHO………………….. 14 páginas e 1 brasão com as mais diversas associações com outros sobrenomes e sua fidalguia e,

mais um brasão em separado para confecção de quadro ;

FERREIRA…………………. 19 páginas e 2 brasões, com inúmeras informações sobre essa ascendência.

SANTOS……………………. 27 páginas e 11 brasões e um grande arquivo de muitas outras informações, incluso o SANTOS na Espanha e seus brasões.

 

Abaixo resumos dos três sobrenomes extraídos dos arquivos principais que seguem no seu endereço.

 

Você tem um grande material para completar suas pesquisas e o seu conhecimento de suas origens.

 

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
afranio@tintaspig.com.br

Observação:
“Estas informações estão sendo fornecidas gratuitamente
e serão publicadas na edição virtual do Jornal Cultural
ROL – (www.jornalrol.com.br).
A não concordância com esta publicação deve ser informada imediatamente.
Gratos”

 

 

 

 

Coelho, rodeia as origens desta família toda uma série de lendas que a credulidade de inúmeros genealogistas e a passagem dos séculos tonaram difíceis de desfazer.

A verdade, porém, é que elas nasceram da fértil imaginação de João Soares Coelho, trovador e vassalo de Dom Afonso III, tendo por base o desejo de aquele  modesto fidalgo se engrandecer, a si e à sua ascendência, através da adaptação a um antepassado de uma fábula que, originariamente, lhe era estranha.

João Coelho era, com efeito, descendente por via bastardia de um dos filhos bastardos de Dom Egas Moniz «de Riba-Douro», e terá decidido transformar-se e aos seus representantes daquela linhagem, apesar de não terem herdado nem sequer um dos seus únicos bens patrimoniais.

Para tanto, chegou a maquilhar o momento funerário de Dom Egas Moniz, para o decorar com cenas da aventura que lhe atribuíra. Heraldicamente, no entanto, aquele trovador deixou marcada a sua diferença em relação aos verdadeiros ramos da descendência legitima de Dom Egas Moniz.

Os Coelhos descendentes de Duarte Coelho, e que tendo sido capitães de Pernambuco, originaram os Albuquerques Coelho do Brasil usam armas diferentes, que àquele foram concedidas pôr carta de 6 de Julho de 1545.

A Nicolau Coelho, piloto e navegador que comandou a caravela Bérrio da frota que sob o comando de Vasco da Gama fez a descoberta do caminho marítimo para Índia, foram também concedidas armas novas.

 

Armas

 

De ouro, um leão de púrpura, armado e lampassado de vermelho, carregado de três faixas xadrezadas de azul e ouro; bordadura de azul, carregada de cinco coelhos de prata, malhados de negro.

De Duarte Coelho: de ouro, um leopardo passante de púrpura acompanhado à destra de uma cruzeta de negro, sustida de um monte de verde em ponta; chefe de prata, carregado de cinco estrelas de seis raios de vermelho, postas em faixa; bordadura de azul, carregada de cinco castelos cobertos de prata, aberta e lavrados de negro. Timbre: o leopardo do escudo.

De Nicolau Coelho: de vermelho, um leão de ouro armado, e lampassado de azul, sendo cada padrão rematado por um escudete de azul, carregado de cinco bezantes de prata postos em aspa. Timbre: o leão do escudo.

 

Ramos Familiares

 

 

Coelho do Amaral

Pinto Coelho

 

 

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Barões de Amambaí                           Barões de Arede Coelho

Barões de Itanhaém                           Barões de Paçô Vieira

Condes de Arganil                              Condes de Bovieiro

Condes de Cedofeita                           Condes de Paçô Vieira

Condes de Paçô Vieira                                Senhores da Ilha de Maio

Senhores de Felgueiras                       Senhores de Montalvo

Senhores de Pernambuco                    Senhores de Vieira

Viscondes da Rebordosa                      Viscondes de Alverca

Viscondes de Bivar                             Viscondes de Bovieiro

Viscondes de Canelas                          Viscondes de Cedofeita

Viscondes de Guilhomil                        Viscondes de Lousada

Viscondes de Mogofores                      Viscondes de Pedralva

Viscondes de Porto Martim                   Viscondes de Sousela

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Ferreira, sobrenome de origem portuguesa. Sobrenome de raízes caracteristicamente toponímicas, teve a sua origem, segundo alguns autores, na designação da vila de Ferrera, em Castela, hoje Herrera de Rupisverga, havendo outros que a dão numa das várias vilas portuguesas com o mesmo nome, significaria “lugar onde há ferro ou jazida de ferro” Terá sido o fundador desta família em Portugal, Dom Fernando Álvares Ferreira, senhor do paço de Ferreira, na freguesia de Sâo João de Eiris, comarca de Aguiar de Sousa, rico-homem de Dom Sancho I segundo Rei de Portugal, no final do século XII.  Outros genealogistas dão crédito a Rui Pires, um dos fidalgos que vieram a este reino com a rainha Dona Tareja, foi o primeiro que se chamou de Ferreira, tomando o nome da ” Ferreira de Alves “, de quem foi senhor, e é considerado como sendo o solar da família.

Em Portugal sobrenome tomado do lugar de Ferreira, na Freg.ª de S. João de Eyris, Concelho de Aguiar, comarca do Porto, Prov. do Minho, Portugal (Sanches Baena, II, 68). Do latim ferraria, mina de ferro (Antenor Nascentes, II, 111). Portugal: O primeiro que usou este sobrenome foi Rio Pires, que o tomou da localidade de Ferreira de Aves, de que era senhor e onde fundou o solar da família. Era bisneto de Fernão Jeremias, um dos fidalgos que passaram de Castela a Portugal em 1095, acompanhando D. Teresa, mulher do conde D. Henrique de Borgonha (Anuário Genealógico Latino, I, 43). Felgueiras Gayo, no século XIX, informa que no Concelho de Aguiar se achava o Couto de Ferreira, o Vale de Ferreira, o Rio de Ferreira e o Chão de Ferreira, e que tudo foi motivo de originar esta família. Gayo registra o cavaleiro Martim Ferreira de Oliveira Barros, proprietário da Quinta de Vila Verde, cabeça do Morgado por ele instituído, situada junto do Rio de Ferreira de S. João de Eyris. O mesmo Martim Ferreira, dalí passou para o Casal de Cavaleiros, propriedade da família, já naquele tempo. A Vila e Couto de Ferreira, recebeu foral em 1222, o que o leva a crer que dela deve ter se originado a família. Sua genealogia, traçada com maior segurança, é principiada por Gayo, em D. Álvaro Ferreira, Rico-Homem do reino de Leão, que deve ter vivido pelos anos de 1170. Foi Sr. de Meilas, depois Mancilhe de la Serra, em Castela a Velha, e Senhor da Vila de Ferreira, de onde certamente tomou o sobrenome da família. Foram avós de Pedro Ferreira, sucessor na casa de seu pai, que, juntamente com sua esposa, D. Maria Vaz, deu o foral à vila de Ferreira no ano de 1222, que ele fundou, e povoou dando-lhe por nome o do seu sobrenome em memória do seu antigo Solar, nas Astúrias, em Santilhana (Espanha). Edificou, na mesma vila de Ferreira, um Mosteiro dedicado a São Pedro, para os Cavaleiros Templários (Gayo, Ferreira, Título e § 1.). Deste último casal, foi quinto neto Ayres Ferreira, Escudeiro do Infante D. Henrique, patriarca desta família Ferreira, na Ilha da Madeira, para onde passou no tempo do seu descobrimento, em 1419. Do seu casamento, entre outros, foi seu quarto neto, Antônio Teixeira de Mello, que passou ao Maranhão, conforme se vê abaixo. Ilha da Graciosa: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Graciosa, escreveu, no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VII – Das Ilhas de S. Jorge, e Graciosa, Capítulo IX – Dos outros Capitães Donatarios da Graciosa, & dos Ferreyras, & Mellos que da Graciosa passaram à Terceyra, & de seus Regios troncos, & Ascendentes [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VII, Ilha da Graciosa]. Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 227, 259; III, 473]. Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudadas da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo XXXIV – Dos Ferreiras, nobres Fidalgos, que vieram da Ilha da Madeira, à esta Ilha de Sam Miguel, em tempo do Capitão Ruy Gonçalves da Camara, segundo do nome [Gaspar Frctuoso- Saudades da Terra, 253]. Galiza: o genealogista, frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família [Pozo – Linajes de Galicia]. Brasil: Sobrenome de muitas famílias estabelecidas no Rio de Janeiro, para onde vieram no decorrer dos quinhentos anos de história do Brasil. Entre elas: I – de origem portuguesa, procedente do Porto, a de Bento Ferreira [c.1632, Paço de Souza, têrmo do Porto, Poertugal – c.1669], filho de Manuel Gonçalves e de Isabel Francisca. Casado a 05.05.1658, Rio de Janeiro, RJ, com Maria Alvares [bat. 21.10.1645, Rio de Janeiro, RJ – 02.07.1700, idem], filha de Francisco Alvares e de Prudência Cubas, citados no verbete da Família Alvares (v.s.), do Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, entre as quase 165 famílias com este apelido, nos séculos XVI e XVII, registram-se as seguintes: Antônio Ferreira, 1.º Professor de Latim (c.1574) da Cidade [c.1545-1614]; Diogo Ferreira [c.1573-a.1657]; Garcia Ferreira, Escrivão (1588) da Câmara; João Ferreira, pedreiro [c.1595- ?]; Rodrigo Ferreiro, ourives [c.1587- ?]; João Ferreira Drummond [c.1606- ?]; Manuel Ferreira Soares [c.1586 – ?]; etc. Quase todos deixaram descendência (Rheingantz, II, 73-119). Ainda no Rio de Janeiro, registra-se a numerosa família de Gonçalo Ferreira [c.1618 – 09.10.1663, Rio, RJ], que deixou geração do seu cas., por volta de 1646, com Francisca dos Reis [bat., 08.10.1623, Rio, RJ – 22.11.1708, idem], filha de Manuel Gonçalves e de Barbara Braz.

 

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Alguns dos Brasões que estão no arquivo do sobrenome SANTOS.

 

Santos, sobrenome luso-espanhol de origem religiosa, resultado da abreviatura de Todos os Santos, era dado com freqüência a pessoas nascidas no dia 1 de Novembro, vindo mais tarde a ser adotado como nome de família.

O vocábulo português deriva da palavra latina sanctus que significa “santo”, “consagrado”. Originalmente, a idéia que se pode inferir do uso desta palavra é “separação para o serviço prestado às divindades”. Quando se refere a pessoas, pode indicar uma pessoa especialmente devotada, o que a distingue das massas populares. Uma palavra associada a esta, e que ao mesmo tempo precisa ser diferenciada, é o adjetivo sacer (-cra -crum), que significa “sagrado”, “que não pode ser tocado, sem ser manchado ou sem manchar”, “consagrado”.

O adjetivo latino sacer indica um estado; e sanctus, o resultado dum acto. Sacer, em termos gerais, tem “hieros” como seu correspondente na língua grega. No grego, hieros (equivalente a sacer) denota aquilo que é santo, em e por si mesmo, independentemente de qualquer julgamento ético.

Quando o nome é derivado do primeiro nome do pai ou da mãe, dir-se-á que tem origem patronímica ou matronímica. Neste caso, Santos é derivado do nome próprio Santo, nome muito popular na Península Ibérica durante a Idade Média. Neste caso, o apelido Santos significa assim “filho ou descendente de Santo” .

O sobrenome Santos pode ter também uma segunda origem: geográfica, se referido aos apelidos dos quais a origem se encontra no local de residência do portador original, como poder tratar-se do caso de Santos na localidade de Mação, no Brasil ou em Espanha, de uma região na Andaluzia, chamada “Sierra de Los Santos”.

Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registo de Martinho dos Santos, religioso português falecido em 1571, não se conhecendo, contudo, quaisquer linhagens em que uso de Santos se tenha transmitido de pais para filhos.

Defendem alguns autores o uso provável de Santos como segundo nome dado a crianças nascidas ou deixadas na roda dos expostos no antigo Hospital de Todos os Santos, em Lisboa.

 

 

Segue alguns esclarecimentos sobre a origem do sobrenome Santos, elaborados por G.C. Santos: “O vocábulo português que deriva da palavra latina sanctus (-a -um), significa “santo”, “consagrado”. Originalmente, a idéia que se pode inferir do uso desta palavra é “separação para o serviço prestado às divindades”. Quando se refere a pessoas, pode indicar uma pessoa especialmente devotada e distinguindo-se das massas populares. Uma palavra associada a esta, e que ao mesmo tempo precisa ser diferenciada, é o adjetivo sacer (-cra -crum), que significa “sagrado”, “que não pode ser tocado, sem ser manchado ou sem manchar”, “consagrado”. O adjetivo latino sacer indica um estado; e sanctus, o resultado dum acto. Sacer, em termos gerais, tem a hieros como seu correspondente na língua grega. No grego, hieros (equivalente a sacer) denota aquilo que é santo, em e por si mesmo, independentemente de qualquer julgamento ético. O sobrenome português Santos pode ser de origem patronímica. Quando o nome é derivado do primeiro nome do pai, ele é dito como sendo de origem patronímica, e quando é tirado do nome pessoal da mãe, ele é considerado de origem de origem matronímica. Neste caso, Santos é derivado do nome próprio Santo, nome muito popular na Península Ibérica durante a Idade Média. O sobrenome Santos significa assim “filho ou descendente de Santo” . Era muito comum na era medieval, crianças receberem o nome de Santo quando nasciam no dia de “Todos os Santos“. O sobrenome Santos pode ter também uma segunda origem. Pode ser habitacional, se referindo aos sobrenomes dos quais a origem se encontra no local de residência do portador original. Nomes habitacionais nos dizem de onde foi saído o progenitor da família, seja uma cidade ou um lugar identificado por uma característica topográfica. Quanto ao sobrenome Santos, este é derivado de uma região na Andaluzia, na Espanha, chamada “Sierra de Los Santos“. Uma das mais antigas referências a este nome ou a uma variante é o registro de Martinho dos Santos, religioso português falecido em 1571.” [FONTE: Erro! A origem da referência não foi encontrada. – Endereço: http://www.geocities.com/ Heartland/Bluffs/6581/ Santos2.htm]. Em Espanha, a linhagem Santos teve sua origem na vila de Santillana, do partido judicial de Torrelavega (Cantábria), em dita cidade radicou-se a muito antiga e nobre casa solarenga com este sobrenome. Alguns de seus descendentes passaram a residir nos povoados montanheses de Revilla, Ruiloba e Espinosa [Centro Español de Investigación Heráldica – http:// www.ceih.com/heraldicahispana/presenta.html]. Brasil: Sobrenome de inúmeras famílias espalhadas por todo o território brasileiro: Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amazonas, Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, São Paulo, Piauí, Pará, Bahia, Pernambuco, etc. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a família de Antônio dos Santos [1645, RJ – 1710, RJ], filho de Manuel Afonso e de Beatriz Pereira. Deixou geração do seu cas., em 1675, no Rio, com Inez Rodrigues de Alvarenga [1651, RJ – ?], filha de João Pereira Lobo (Rheingantz, III, 140). Rheingantz registra mais 8 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Em Pernambuco, entre as mais antigas a de Manuel dos Santos Aires [c.1658, PE – ?], filho de Domingos Fernandes Aires e de Catarina dos Santos. Passou ao Rio de Janeiro, onde deixou geração do seu cas., em 1685, no Rio, com Maria Cardoso (Rheingantz, III, 141). Ainda em Pernambuco, encontra-se a de Benedicto Luiz dos Santos [c.1794, Portugal – ?], que deixou numerosa descendência, estabelecida no Recife, do seu cas., c.1817, com Ana de Santa Úrsula, nat. de Portugal (Pires Ferreira – Mística, 174). Em São Paulo, entre outras, registra-se de origem portuguesa, a família do opulento Sargento-Mor Lopo dos Santos Serra [c.1714, Lisboa – 1785, SP], filho de Pedro Gomes Ferreira e de Antônia Maria Pinto. Sargento-Mor das ordenanças da Cidade de São Paulo. Deixou numerosa descendência de seu cas., em 1739, em São Paulo, com Inácia Maria Rodrigues Vilares [c.1717 – 1769], filha do Cap.-Mor das Minas de Mato Grosso Luiz Rodrigues Vilares, onde foi grande fazendeiro, e de Angela Vieira e, por esta, bisneta de Francisco Vieira de Souza, patriarca desta família Vieira (v.s.), de São Paulo. Entre os descendentes deste casal, registram-se: I – o filho, o Brigadeiro Francisco Xavier dos Santos [c.1743, São Paulo, SP – 1822], cadete [1771]. Capitão do Regimento de Dragões Auxiliares da Capitania de São Paulo [1772]. Capitão de Cavalaria auxiliar da cidade de São Paulo [já em 1781]. Coronel [1788]. Mestre de Campo do 1.º Terço de Infantaria Auxiliar da cidade de São Paulo [1788]. Com a mudança da denominação dos Auxiliares, foi mantido no cargo, com o título de Coronel do 2.º Regimento de Infantaria Miliciana da cidade de São Paulo [1797]. Brigadeiro Reformado [1813].

 

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From: eli.markes@bol.com.br

Sent: Thursday, December 05, 2019 11:52 AM

To: Afrânio Mello

Subject: RE: Obrigado

 

Boa tarde. Voce poderia enviar para mim a outra lista? Se nao for incomodo

De: “Afrânio Mello” <afraniomello@itapetininga.com.br>
Enviada: 2019/12/05 11:26:17
Para: eli.markes@bol.com.br
Assunto: Re: Obrigado

Se precisar tenho do sobrenome SANTOS, FERREIRA E COELHO

Afrânio

—–Mensagem Original—–
From: eli.markes@bol.com.br
Sent: Wednesday, December 04, 2019 11:15 PM
To: afraniomello@itapetininga.com.br
Subject: Obrigado

Boa Noite Afrânio.Quero agradecer pela lista esta sendo de bom proveito e
conhecimento. Estou tentando montar a genealogia de minha família Valadão
por parte de esposa e Marques dos santos de meu Pai. Os meus bisavós o que
eu sei eram da ilha de acores. Meus bisavós eram de nome Manoel Alberto
Valadão e sua esposa Balbina Ferreira Coelho.Eles vieram todos do RJ mas
como eles chegaram aqui estou tentando achar. Valeu mais uma vez.

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