Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias CASTRO, FONSECA e LIMA

17/05/2016 12:45

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 727,728,729 e 730

 

Prezado Álvaro, boa tarde.

Em nossa última conversa, no CVA, fiquei de enviar para o seu conhecimento

e ,possível estudo, os arquivos dos seus sobrenomes e o de sua espôsa, o que

faço neste momento.

CASTRO……………………………… 12 páginas e 6 brasões ;

CASTRO Espanhol………………..  1 1/2 página, sem brasão e em espanhol ;

FONZECA……………………………  18 páginas e 2 brasões ;

FONSECA Espanhol……………..   1/2 página , sem brasão e em espanho ;

LIMA………………………………….   18 páginas e 1 brasão e

PRESTES…………………………….    2 páginas e 1 brasão, no arquivo e este em separado.

Estou enviado 12 arquivos.

Abaixo um texto pequeno tirado do arquivo principal de todos os sobrenomes.

Veja que em todos os sobrenomes estão os Brasões sendo enviados em arquivo separados.

Você pode fazer quadros e pendurá-los em sua parede e serão motivos de muitas conversas

e explicações, além de ficarem muito bonitos.

Outra sugestão que tenho visto ser feito é a impressão de todos os arquivos e mandar fazer

uma encadernação em capa dura com os sobrenomes na capa em dourado. Fica espetacular.

Nas primeiras páginas um histórico de quem é você e sua espôsa, depois as fotos de página

inteira sua e dela.

Espero que goste.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / Jornal ROL – Região On Line

 

 

image           image     image Castro

sobrenome de origem espanhola, é uma das famílias das mais nobres linhagens da Península Ibérica e talvez das que melhor se encontram documentadas desde a mais remota antigüidade.

Por diversas vezes se uniu por casamento com princesas e infantas de várias famílias reais hispânicas e o seu poder sócio-politico e militar chegou a ombrear com o dessas famílias.

Em especial a partir do séc. XIV, vieram estabelecer-se em Portugal membros da família dos Castros, aqui erigindo grandes casas senhoriais.

Á família pertencia a célebre Inês de Castro que viria a casar com o rei Dom Pedro I de Portugal.

Costumam os genealogistas dividir os Castros em dois principais ramos, designados normalmente por «de Treze» ou «de Seis», consoante a variação que se verifica nas arruelas das suas armas. E alguns heraldistas tentaram explicar essa variação dizendo que os Castros do ramo legítimo usaram as treze arruelas e que o ramo ilegítimo teriam diferenciado as suas armas, usando apenas seis.

Esta teoria porém, está longe de ser inteiramente de aceitar sem discussão. De referir, aliás, e sobre os timbres a que se faz referência, que sendo eles de criação tardia, não devem ter nada que ver com eventos anteriores ao séc. XVI.

Sobrenome de origem geográfica, tomado da vila de Castro Xeres. Do lat. «castrum», lugar fortificado (Anuário Genealógico Latino, IV, 19; Antenor Nascentes, II, 67). Foi senhor da referida vila D. Rui Fernandes de Castro, rico-homem de D. Afonso VII, rei de Castela em 1123, e o primeiro que usou esse sobrenome. O primeiro que passou a Portugal foi D. Pedro Fernandes de Castro, «o da Guerra», no tempo de D. Afonso IV, rei de Portugal, em 1325 (Anuário Genealógico Latino, I, 31). Felgueiras Gayo vai buscar as origens desta família em Nuno Belchiedes, Gentil Homem da Alemanha, que passou para a Espanha no ano 884, a fim de ajudar nas guerras contra os Mouros. Deixou numerosa descendência do seu cas. com D. Sula, filha do conde D. Diogo Prozellos, o Povoador de Burgos e 2.º conde de Castela. Ao traçar sua genealogia, o faz avô de D. Thereza Nunes Bella, que foi cas. com o famoso Juiz de Castela, Laim Calvo, de quem descende a família Calvo (v.s.). Continuando esta genealogia, faz este Laim Calvo, como quarto avô de D. Fernando Lains, que foi Senor de Castro Xerez, que era uma vila em Castela a Velha, a quatro léguas de Burgos, de onde tomou o novo sobrenome, que vai perpetuado em seus filhos e demais descendentes. Gayo apresenta o citado Fernando Lains, Sr. de Castro Xerez, como bisavô de D. Rui Fernandes de Castro, e sétimo avô de D. Pedro Fernandes de Castro, ambos citados no principio deste verbete (Gayo, Castros, Tomo XI, § 1 e 2, 29-31). Brasil: Numerosas foram as famílias, que passaram com este sobrenome para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões. Não se pode considerar que todos os Castros existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome pela simples razão de ser de origem geográfica, ou seja, tirado do lugar de Castro. O mesmo se aplica no campo da heráldica. Jamais se pode considerar que uma Carta de Brasão de Armas de um antigo Castro, se estenda a todos aqueles que apresentam este mesmo sobrenome, porque não possuem a mesma origem. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a do cap. Antônio de Castro [c.1609 – 1700,RJ], filho de Antônio de Castro, que deixou larga descendência, a partir de 1639, com Felipa de Sá [c.1619 – 1702,RJ], da casa do Gov. Salvador Correia de Sá (Rheingantz, I, 328). Rheingantz registra mais 13 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Em Pernambuco, entre outras, distingue-se a do barão de Benfica [Decreto Imperial de 27.04.1867], Antônio José de Castro [c.1824, PE – 1880, Lisboa], que recebeu Carta de Brasão de Armas. Oficial da Ordem da Rosa. Capitão da Guarda Nacional, negociante matriculado na cidade do Recife [PE]. Proprietário e fazendeiro na província de Pernambuco. Deixou descendência do seu cas. com Hermínia Ideltrudes de Oliveira [1827, PE – 1907, RJ] (Anuário Genealógico Brasileiro, I, 94). Em Minas Gerais, na região da Zona do Carmo, registra-se a família do cap. Antônio Alves Castro, nat. de Lisboa, que deixou larga geração de seu cas., c.1735, com Joana Batista de Negreiros, nat. do Desterro, na cidade do Salvador, Bahia (RT, ZC, 329). Família de origem portuguesa estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passaram, entre outros: I – Antônio Gonçalves de Castro, natural de Portugal, que assinou termo de declaração, a 16.05.1864, onde informa ser católico, ter 32 anos de idade, residente no Brasil há seis anos, ser marítimo, e ser casado, tendo dois filhos; II – Antônio Maria de Castro, natural do Porto, Portugal, que assinou termo de declaração, a 03.03.1852, onde informa ser católico, marítimo, estar no Brasil desde 1827, ser casado com uma brasileira e ter com ela dois filhos vivos; e III – Manuel Martins de Sousa Castro, natural do Porto, Portugal, que assinou termo de declaração, a 21.11.1853, onde informa ser católico, ser maior de 21 anos de idade, estar casado com uma brasileira e ter com ela quatro filhos. Exerce a Arte do Mar. Analfabeto. Registrou em 27.05.1863, sua Carta de Naturalização assinada por D. Pedro II em 27.01.1854 (Spalding, naturalizações, 98).

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image Fonseca

sobrenome de origem portuguesa. sobrenome de raízes toponímicas, o provável fundador dos que adotaram esta designação por apelido era Vasco Esteves de Figueiredo, que viveu em finais do séc. XIII e que foi senhor da torre e julgado de Figueiredo.

A João de Figueiredo, em recompensa dos feitos no decurso do cerco de Arzila, concedeu D. João III carta de armas com acrescentamento.

Nome de típicas raízes toponímicas, visto derivar da designação da honra da Fonseca, na freguesia de São Martinho de Mouros, foi ele adotado por uma das linhas de descendência dos de Riba-Douro, fato que é comprovado em termos heráldicos.

Os de Fonseca mantiveram uma posição de preponderância nobiliárquica até pelo menos ao séc. XV, altura em que o ramo primogênito entrou em conflito com a Coroa de Portugal e os respectivos chefes se exilaram em Castela.

Sobrenome de origem geográfica, tomado do lugar de Fon(t)eseca. De Fonte Seca, com apócope da sílaba final de Fonte, por efeito de próclise (Antenor Nascentes, II, 116). Procede esta família de Gracia Rodrigues, que fez assento em Honra de Fonteseca, de onde seus descendentes tomaram o sobrenome de Fon (t) seca. O primeiro a usar esse sobrenome foi Mem Gonçalves da Fonseca, que fundou e dotou o mosteiro de Mancelos. As famílias Coutinho e Tavares possuem as mesmas Armas dos Fonsecas, porque têm a mesma origem, pois procedem do mesmo tronco genealógico (Anuário Genealógico Latino, I, 44; SB, II, 70). Ilha Terceira:  sobre esta família, escreveu Eduardo de Campos de Castro de Azevedo Soares, em seu Nobiliário da Ilha Terceira: Um dos primeiros povoadores da ilha Terceira foi Gonçalo Annes ou Eannes da Fonseca, natural de Lagos, no Algarve, e pertence à geração e linhagem dos Fonsecas que no reinoexistiam com nobreza. Foi para a dita ilha com o donatário Jácome de Bruges, que lhe fez aí doação de várias terras e designadamente das que vão do mar ao cume da Serra do Paul das Vaccas, Secca, cuja denominação tomou por sobrenome que transmitiu a seus descendentes. À ilha do Fayal passou também um ramo desta família, em data que não posso precisar, mas que devia Ter sido nos fins do século XV ou princípio do século XVBI. Era deste ramo João Martins da Fonseca, o qual tendo nascido na dita ilha, passou a residir também na Terceira, onde em 1534 desempenhava o cargo de procurador da câmara de Angra [Azevedo Soares – Nobiliário da Ilha Terceira, Título XLIV].

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FONSECA ESPANHOL

 

Este apellido tiene un origen extranjero: De acuerdo a cuanto informa el genealogista Piferrer, se trata de que en tiempos del rey don Alfonso VI, vinieron a España dos príncipes de la casa real de Hungría, a pelear contra los moros, llamados Pierres y Payán, los cuales eran hermanos y dieron tales pruebas de arrojo y valentía, que merecieron que el rey los premiase dándoles el lugar de Fuentesaca o Fonseca y el coto de Coutiño, en Galicia. Al repartir entre ambos hermanos estos heredamientos, ocupó Fonseca a Pierres y sus descendientes tomaron por apellido Fonseca, así como los descendientes de Payán tomaron el de Coutiño. Ocurre que, como en otros casos, no todos los genealogistas se muestran de acuerdo en el origen de este apellido: Unos la hacen originaria de Portugal, otros del rey don Ramiro II, de León, pero por lo general, son más los que admiten la versión anteriormente reseñada, es decir, la de ambos hermanos procedentes de Hungría. Esta versión la avala un genealogista e historiador, tan serio y acreditado como Fray Felipe de la Gándara. Don Pedro de Fonseca fue un eminente prelado, obispo de Sigüenza, cardenal de la Santa Iglesia del título de San Angel y legado del papa Martín V, al emperador de Constantinopla, para tratar de la unión de la Iglesia Griega con la Iglesia Católica. En este viaje le acompañó un deudo suyo, de quien procedió la casa de Fonseca que se estableció en Francia, y reconoce como tronco a don Rodrigo de Fonseca, quien casó con una dama muy principal, pariente del rey francés Francisco I. Tuvieron por descendiente a don Carlos de Fonseca, poderoso caballero del Poitu, antigua provincia de Francia. Son numerosísimos los miembros de este apellido que se han distinguido en la historia patria, lo que hace imposible citar a todos. Mencionar que don Pedro de Fonseca, que hacía el número VII de los de este linaje, obtuvo el título de marqués de Orellana, por merced del rey don Felipe III. Este apellido pasó a América donde dejaron establecidas ramas, que dieron origen a numerosas familias de este apellido.

ARMAS:
Escudo de oro y cinco luceros de gules.

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image Lima

sobrenome luso-espanhol de raízes toponímicas, seja ele derivado da designação da terra de Limia, na Galiza, ou como alguns pretendem em relação aos Limas portugueses, da de Ponte de Lima.

Dizem os genealogistas que esta linhagem procede de Dom Juan Fernandez de Lima, o Bom, natural de Limia, na Galiza.

Já em finais do séc.XIII, a Portugal passou outro Juan Fernandez de Lima, o Batissela, que casou com uma filha de Dom João do Portel, mas sem geração.

Durante a segunda metade do séc. XIV, no reinado de Dom Fernando I, passou a Portugal Fernando Anes de Lima, partidário daquele soberano na sua guerra contra Henrique de Transtâmara que teve, como dois filhos que o haviam acompanhado, diversas mercês do rei português.

O rei Dom João I foi também servido por eles, assim se consolidando a posição deste ramo de Limas, que veio a ter o senhorio de Ponte de Lima e em cuja linha de primogenitura viria a ser criado no séc. XV o primeiro viscondado português – de Vila Nova de Cerveira – Casa que manteria a chefia deste nome, passada depois à dos Marqueses de Castelo Melhor.

O nome é pré-romano. Em latim Limaea. Outras formas: Limea, Limia. Em português antigo Limia. Os limas, descendentes de reis godos e suevos, tomaram o sobrenome do rio Lima [Portugal], nas margens do qual viveram e foram senhores (Antenor Nascentes, II, 174). Ilha Terceira: sobre a história desta família e sua passagem para a Ilha Terceira, escreveu, no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XX – Dos Borges, Costas, Abarcas, Pachecos, & Limas, Velhos, & Mellos, & de outros, Homens Costas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Brasil: Sobrenome de inúmeras famílias espalhadas por todo o Brasil: Ceará, Pará, Pernambuco, Paraíba, Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Alagoase São Paulo, entre outras. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a de João de Lima de Araújo [c.1637 – a.1697], filho de Martim Francisco e de Maria (?) de Araújo. Deixou descendência do seu cas., em 1662, com Maria de Bulhões, filha de Sebastião Serrão de Barros e de Felipa de Bulhões (Rheingantz, II, 401).

 

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clip_image002Prestes

sobrenome de origem portuguesa. O nome provem provavelmente do francês antigo prévostes preposto do rei, francês atual Prévot, o qual teria origem no latim praepositus. Nas décadas de João de Barros e nas de Diogo do Couto foi registrado como Prestes. Existe uma citação a respeito da lenda de João Prestes ao qual se prenderia a origem deste sobrenome familiar, porem não possuímos dados a respeito de tal lenda. Muitas famílias, especialmente espanholas, deste nome provaram a sua nobreza nas Ordens de Santiago, Calatrava, Alcântara, Montesa, (nascido em corporações para lutar contra os mouros, pela Reconquista da península ibérica e garantir a ordem, proteger os peregrinos e impotente), Carlos III e São João de Jerusalém (a ordem religiosa militar fundada no século XI); inúmeras vezes na Chancelaria Real de Valladolid e Granada, na Sociedade Real de Midshipmen e a Real Audiencia de Oviedo

Registra-se Benedito Pereira Prestes, nascido em 23.03.1903, Araçariguama, São Paulo, Brasil e falecido em 21.07.1986, Jundiaí, São Paulo, Brasil; casou-se por volta de 1923. Filho de João Pereira Prestes, nascido em 1851 e falecido em 24.12.1962, Indaiatuba, São Paulo, Brasil e Olívia Maria Isabel, nascida em 1881 e falecida em 19.03.1933, Cabreúva, São Paulo, Brasil. Teve os seguintes filhos: Francisco Prestes, nascido em 08.01.1925 e falecido em 11.06.1925, Jorge Prestes, nascido em 25.10.1934 e falecido em 11.08.1977 e Valdemar Prestes (filho do segundo casamento), nascido em 09.03.1937 e falecido 11.06.1938.

Registra-se Florêncio Ribeiro Borges, nascido em 1866, Santa Catarina, Brasil e falecido em 06.10.1916; casou-se com Cândida Maria Palhano Prestes, nascida em 1868; filha de Manoel Palhano Prestes, nascido em 1842 e Tomazia Maria Palhano, nascida em 1846. Ele filho de Pedro Ribeiro Borges, nascido em 1836 e Inocência Maria Ribeiro, nascida em 1835 e falecida em 29.07.1916. Tiveram um filho Affonso Palhano Prestes, nascido em 1892, Santa Catarina, Brasil; casou-se com Cândida Ribeiro de Souza em 01.06.1911, ela nascida em 1893 e falecida em 04.01.1930.

Registra-se Jerônimo Prestes, nascido em 1803, Itapetininga, São Paulo, Brasil ; casou-se com Anna Francisca, nascida em 1807. Tiveram uma filha: Gertrudes Prestes, nascida em 15.08.1829, Itapetininga, Brasil.

Registra-se tenente José Coelho de Oliveira Prestes, nascido por volta de 1790, Cotia, São Paulo, Brasil; casou-se com Maria de Anhaia Leite em 1817, ela nascida por volta de 1798; filho de Agostinho Coelho de Cerqueira, nascido por volta de 1765, São Paulo, Brasil e Ana de Oliveira Prestes, nascida por volta de 1770, São Paulo, Brasil; neto paterno de Antônio Coelho de Cerqueira. nascido por volta de 1740, São Paulo, Brasil  e Antônia da Rocha, nascida por volta de 1745, São Paulo, Brasil; neto materno de Domingos de Oliveira Ramos Prestes, nascido por volta de 1740, São Paulo, Brasil e Izabel Lourenço Gamarra, nascida por volta de 1745, São Paulo, Brasil; bisneto paterno de Braz Coelho de Cerqueira, nascido por volta de 1715, Portugal e Helena Carmelo, nascida por volta de 1720, Portugal. Teve os seguintes filhos: Maria Coelho de Oliveira, nascida por volta de 1819; José Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1821; Francisco Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1823; Antônio Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1825; Ana Coelho de Oliveira, nascida por volta de 1827; Gertrudes Coelho de Oliveira, nascida por volta de 1829 e Joaquim Coelho de Oliveira, nascido por volta de 1831.

 

Registra-se Francisco Xavier de Oliveira Prestes, nascido por volta de 1730, Santo Amaro (atual bairro da cidade de São Paulo), São Paulo, Brasil; casou-se com Úrsula Pires de Lima em 1754, ela nascida em 1737 e falecida em 1799; ele, filho de Agostinho de Oliveira Costa, nascido em 1702, Portugal e falecido em 1773, Santo Amaro. São Paulo, Brasil e Anna da Silveira Dutra, nascida em 1710, Portugal. Teve os seguintes filhos: Francisco Prestes, nascido em 1756; João Pires de Lima, nascido em 1758; Joaquim Mariano de Lima, nascido em 1760; Vicente Ferreira de Oliveira, nascido em 1762; José Joaquim Prestes, nascido em 1764; Antônio Xavier de Lima, nascido em 1766; Salvador Pires Prestes, nascido em 1768; Gertrudes Maria Prestes, nascida em 1770 e Anna Joaquina Prestes, nascida em 1772.

Registra-se Lourenço de Oliveira Prestes, nascido por volta de 1775, Santo Amaro, São Paulo, Brasil; casou-se em primeiras núpcias com Rosa Maria de Jesus em 1802, tiveram uma filha: Maria Lopes Prestes; casou-se em segundas núpcias com Izabel Maria de Jesus, houve descendência desse casamento, porém não foram encontrados os registros. Filho de Lourenço de Oliveira Ramos, nascido por volta de 1745, Santo Amaro, São Paulo, Brasil e Beatriz Maria Moniz, nascida por volta de 1755, Santo Amaro, São Paulo, Brasil; neto paterno de Domingos de Oliveira Ramos Prestes e Izabel Lourenço Gamarra e neto materno de Jerônimo Moniz de Menezes e Anna Coelho.

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