Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia PEREIRA E MORAES

04/10/2016 11:24

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 810 e 811

 

Prezada Lígia, boa tarde.

Primeiramente preciso saber onde está residindo.

Favor fornecer a data de nascimento e onde nasceu.

A Família Pereira de Moraes não é italiana e sim portuguesa.

Todos os Pereira de Moraes de Angatuba e região descendem do Major Pereira de Moraes.

A Professora Maria Aparecida Moraes Lisboa, em sua tese de Doutorado, na Universidade Estadual de Campinas – Unicamp,

Faculdade de Educação,ano de 2008, editou um livro contendo sua tese que denominou-se “ A Política dos Coronéis e a Difusão do Ensino

Primário em Angatuba/SP – durante os anos de 1870/1930.

Nesse livro de 531 páginas ela mostra os feitos e os descendentes do Major Manoel Pereira de Moraes.

A Prof.Maria Aparecida cedeu-me .gentilmente, a Árvore Genealógica do Major Pereira de Moraes.

Eu tenho os telefones dela ( passo se ela autorizar ).

O meu celular :  15  – 99771-0707

 

Encontrei o registro abaixo na página 19 :

 

3º      Eulália de Moraes Rosa                  x                            João Pereira de Moraes

             * Tio por parte da mãe                                                   * Pai : Major Pereira

                     ( Etelvina )                                                                   * Mãe : Maria de M.Rosa

 

* Filhos : Lucinda

                  Cornélio

                  Ivone

                Sérgio

                 Geraldo Pereira de Moraes.

 

Na página 42 encontrei uma foto de Lucinda,Eulária e João Pereira de Moraes.

Na página 37 tem uma foto de Lucinda Pereira de Moraes –Farmacêutica.

 

Veja só : todos os seus ascendentes.

 

O Major Manoel Pereira de Moraes era seu Tataravô.

João Pereira de Moraes seu bisavô

Sérgio Pereira de Moraes seu avô

Seus pais você tem : mãe Maria Inez Moraes Silva e seu pai……………não forneceu.

 

Lígia, as informações estão fáceis. Você pode visitar a Maria Aparecida em Angatuba e, também,

passar em minha casa em Itapetininga, pois minha espôsa também é tataraneta do Major Manoel

Pereira de Moraes e eu posso tirar uma cópia da Árvore Genealógica que recebi da Maria Aparecida.

 

Sua Genealogia está próxima de você.

 

Me comprometi com ela em repassar aos descendentes do Major, que solicitarem.

 

Encaminho para você os arquivos de sua familia e, abaixo, um resumo.

 

PEREIRA…………………   25 páginas e 1 brasão e

MORAES/MORAIS…..    14 páginas e 17 brasões.

 

 

image  Pereira

sobrenome de origem luso-espanhola. Linhagem das mais nobres de Portugal, embora o apelido esteja muito vulgarizado. Pretendem os genealogistas que ela provém de Dom Mendo, irmão de Desidério, último rei dos Longobardos, o qual veio da Itália com poderosa armada para conquistar o reino da Galiza e ser seu soberano, intento que se frustou por causa de uma grande tempestade no cabo de Piorno, salvando-se só cinco cavaleiros, com os quais, no ano de 740, aportou à Galiza. Reinava então Dom Afonso I em Leão, a quem ficou a servir, e na Espanha, casou com a condessa Dona Joana Romais, que alguns dizem não chegou a receber, filha do Infante Dom Romão Bermudes, irmão legítimo do Rei de Leão, dom Fruela I, como escrevem.

Deste Dom Mendo foi filho Dom Froia Mendes, bom cavaleiro, que se casou com Dona Grixivera Álvares das Astúrias, de quem teve Dom Bermudo Frojaz, que sucedeu nas terras de Trastamara a seu pai, foi conde e casado com Dona Aldonça Rodrigues, sua prima, filha de Dom Rodrigo Romais, conde de Monterroso, irmão de sua avó Dona Joana Romais. Deles nasceu, entre outros, Dom Rodrigo Forjaz de Trastâmara, que não foi Conde, guerreiro valoroso que combateu os Mouros no tempo de Dom Fernando, Rei de Leão, e que, na ocasião em que este monarca repartiu os reinos pelos filhos, seguiu o partido de Dom Garcia, Rei da Galiza e de Portugal, com quem esteve na batalha de Águas de Maias, onde ficou muito ferido. Prendeu, assim mesmo, na batalha de Santarém, o rei Dom Sancho, que entregou a seu irmão Dom Garcia, e, depois da entrega, morreu. De sua mulher, Dona Moninha Gonçalves, filha de Dom Gonçalo Mendes da Maia e de sua mulher, houveDona Froia Bermudes, que sucedeu ao pai na sua casa e se recebeu com Dona Elvira Gonçalves, filha de Gonçalo Munhoz de Vila Lobos, o Despinhado, de quem teve Dom Rodrigo Frojaz de Trastamara. Este sucedeu em todas as terras paternas, achou-se na batalha das Navas de Tolosa com o rei Dom Afonso VII, prestou grandes serviços ao rei D. Fernando, tomou Sevilha e, por seu conselho, este príncipe se apossou de muitos lugares dos Mouros. Por se malquistar com Diogo Lopes de Biscaia, passou a França, onde o Rei o fez do seu conselho e lhe deu vários empregos.

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clip_image002  clip_image003Morais, Moraes

ignora-se se os deste nome o tiraram do lugar de Morais, em Trás-os-Montes, ou se provêm dos Morales da Espanha. Os genealogistas atribuem-lhes remotas mas incomprovadas origens, se bem que seja indiscutível que a família já existia em Portugal usando este sobrenome durante a primeira Dinastia.

Moraes, sobrenome de origem geográfica. Topônimo de Portugal. Plural de um substantivomoral que devia ter significado «amoreiral». O espanhol tem moral, amoreira, e o sobrenomeMorales. O substantivo desapareceu, ficando só o topônimo e o sobrenome. Guérios derivou deMurales, muros (Antenor Nascentes, II, 207). Do espanhol Morales, lugar onde há amoreiras (Anuário Genealógico Latino, IV, 25). O solar desta família é no lugar de Morais, têrmo de Bragança, província de Trás-os-Montes, Portugal. Gonçalo Rodrigues de Morais, senhor de muitos lugares, era descendente dos senhores da cidade de Bragança; em 1217 deu sua ermida de Santa Catarina aos franciscanos, quando foi a Bragança fundar o convento (Anuário Genealógico Latino, I, 67). Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra NobiliárioGenealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 365]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Diogo de Morais, n. no Rio, e fal. antes de 1721. Cas. no Rio, em 1695, com Felícia de Abreu Pereira, n. em Lisboa, e fal. no Rio, em 1721 (Rheingantz, II, 619). Antiga e importante família estabelecida em São Paulo, procedente, na metrópole portuguesa, de Rui Martins de Morais, alcaide-mor de Bragança [1321], Senhor de Morais, 3.º Padroeiro do Convento de S. Francisco, que deixou numerosa descendência do seu cas. com Alda Gonçalves Moreira. Foram pais de Ignez Rodrigues de Morais, que do seu cas. com D. Mendo Esteves de Antas, da Casa de Vimioso, descendem os Moraes de Antas, de São Paulo. Deste último casal – Mendo e Ignêz, foi descendente, seu quarto neto, Baltazar de Morais de Antas [Mogadouro – a.1600], que passou para o Brasil, tornando-se tronco de uma das principais famílias de São Paulo. Trouxe carta de Nobreza, passada perante o Juiz de Mogadouro [Carta 11.09.1579], que foi reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia Cisme Rangel de Macedo. Em 1556 já residia em São Paulo. Juiz Ordinário de São Paulo [1579]. Deixou numerosa descendência de seu cas., em São Paulo, com Brites Rodrigues Anes, filha de Joannes Annnes Sobrinho, português, Juiz Ordinário de Santo André da Borda do Campo [1566], Procurador do Concelho [1558 e 1562) (Leite Ribeiro, 22; AM, Piratininga, 118; SL, VIII, 3; PT, I, 251). Seus descendentes, ainda hoje, usam o sobrenome Morais, entre eles, cabe registrar: I – o neto, Capitão Francisco Velho de Morais [1599 – 1674], um dos proclamadores da Restauração Portuguesa em São Paulo [03.04.1641], Juiz Ordinário de S. Paulo [1658]; II – a quarta neta, Escolástica Maria de Jesus Morais [22.12.1745, Nazaré, distrito de S. João d’El Rey, MG – 25.06.1823, idem], que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da ilustre família Leite Ribeiro (v.s.), de Minas Gerais; e III – o nono neto, Dr. Prudente José de Morais Barros [04.10.1841, Itú, SP – 03.12.1902, Piracicaba, SP], Presidente da República do Brasil, conforme vai descrito no título Moraes Barros (v.s.), de São Paulo. Sobrenome de uma família de origem portuguesa estabelecida no Rio de Janeiro, para onde passou Antonio Fernandes de Moraes [c.1860, Braga, Portugal- 13.06.1892], filho de João Fernandes de Moraes e de Rosa Maria de Barros.

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Grande abraço

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

 

 

 

From: ligia moraes

Sent: Saturday, September 24, 2016 6:55 PM

To: afraniomello@itapetininga.com.br

Subject: informações genealógicas

 

Boa Noite Afrânio!!

 

conheci seu trabalho através de pesquisas procurando informações sobre

meus ancestrais…. Bom me chamo Ligia Ap. Moraes Silva, e estou a anos por conta própria tentando achar informações que digam mais a respeito de meus familiares que a anos, se foi perdido contato, não sei se você pode me ajudar neste caso, mas de qualquer forma valeu a tentativa. Vou te passar as informações que tenho e são as únicas até o momento. Descendo da Família Pereira de Moraes que é até onde sei é tradicionalissima em Itapetininga, o que ouvi até hoje é de que meus Bisavós eram Italianos são eles Eulália Pereira de Moraes e João Pereira de Moraes vieram para o Brasil em busca de uma vida melhor pois lá eram muito pobres e que vieram até aqui clandestinamente em um navio, motivo esse de não haver seus documentos ou nomes originais…. Chegando aqui depois de um tempo conseguiram uma fazenda na cidade de Angatuba onde eram cafeicultores e assim mudaramde vida tiveram 3 filhos Lucinda Pereira de Moraes, Sergio Pereira de Moraes(meu avô) e João Pereira de Moraes. Meu avô durante seu casamento com minha avó morou no distrito de Móquem Itapetininga, faleceu em 1964, minha mãe conta que na infância passava férias na fazenda de seu tio o Coronel Toniquinho Pereira de Moraes e de outros parentes o qual não me recordo o nome. Depois do falecimento de seu pai ela perdeu o contato com alguns familiares e sua mãe casou-se novamente, sua tia Lucinda Pereira de Moraes passou a tomar conta dos bens que avô Sergio Pereira de Moraes havia deixado pra ela, minha avó e suas duas irmãs já que minha avó era analfabeta e as três irmãs menores de idade, tinham uma vida muito boa para a época e depois de alguns anos minha tia foi vitima de um golpe até onde sei….e então perderam tudo inclusive minha tia, e que veio a falecer em 1992 e então a partir dai minha mãe perdeu o contato com todos e que ela acredita que já nem se lembram mais dela e de seus pais…. è tudo muito confuso e aqui te passei apenas o superficial que é o que passaram… não sei até onde vai a veracidade dessas informações e espero que você possa me ajudar com alguma informação, se não puder agradeço desde já pela sua atenção.

Obrigada

Ligia

 

Obs: Minha mãe se chama Maria Inez Moraes Silva, suas Irmãs Maria de Lourdes Moraes e Maria Dulce de Moraes Meira, e por fim sua mãe Aparecida Pinheiro de Moraes

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