Genealogia: Afrânio Mello atende solicitação de leitores

09/10/2018 23:07

ATENDIMENTO NÚMERO 1072 – SOLICITAÇÃO DE LIVRO DA FAMÍLIA MELLO

 

Prezada Cláudia, boa noite.

Eu lancei há dois anos, o Livro “ Eu e os Meus – Orsi e Ramacciotti “.

Estou escrevendo o segundo livro “ Eu e os Meus – Corrêa Franco e Meira “ e

iniciando o “ Eu e os Meus – Alves de Almeida “.

O livro “Eu e os Meus – Oliveira Mello, estou colecionando textos e fotos e vai demorar para ser lançado.

Vou enviar, para seu estudo, o arquivo do sobrenome MELO/MELLO.

MELO/MELLO………………  44 páginas e 4 brasões.

É um grande arquivo com inúmeros nomes, de onde vieram, onde foram, associações com outros sobrenomes,

titulos de nobreza, entre outros.

Espero que encontre o que procura.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
afraniomello@itapetininga.com.br

Observação:
Estas informações estão sendo fornecidas gratuitamente
e serão publicadas na edição virtual do Jornal Cultural
ROL  (www.jornalrol.com.br).
A não concordância com esta publicação deve ser informada imediatamente

Um pequeno resumo extraído do arquivo principal que está anexado.

 

clip_image002    clip_image004Melo, Mello


sobrenome de origem portuguesa. Deriva este nome de uma alcunha e a família que o adotou por apelido é da mais remota e nobre ascendência.

Deriva ela, com efeito, de Dom Soeiro Reimondes, o Merlo – ou «melro» -, (contemporâneo dos reis Dom Afonso III e Dom Dinis) que era o chefe de linhagem dos «de Riba de Vizela» e, por esta via, da dos «da Maia».

Vindo para o Sul, fundou na Beira a vila de Merlo, depois Melo, sendo dela senhor, bem como de Gouveia.

Do seu casamento com Dona Urraca Viegas, filha de Dom Egas Gomes Barroso e de sua mulher Dona Urraca Vasques de Ambia, teve descendência na qual se fixaria o nome Melo.

Mantem-se, na atualidade, o uso por parte de várias famílias, da grafia Mello. Na impossibilidade de saber com exatidão quem assim assina ou está registado e também por uma questão de uniformidade de critérios, adotamos aqui a grafia moderna, isto é., Melo.

Do latim merulu, melro, através da suposta forma merlo, que com assimilação do ao deu Mello, simplificada para Mello. Cortesão acha pouco plausível que tenha origem em Mello, lugar de Jerusalém ao pé do monte Sião, citado no Livro dos Reis, II. (Antenor Nascentes, II, 197). Procede esta família de D. Pedro Fornaris, contemporâneo do conde D. Henrique de Borgonha (pai do 1.º rei de Portugal). O solar desta família é a vila de Melo, na província da Beira. Dea descendem os duque de Cadaval e outros titulares. Pedro Fornaris teve assento na vila de Guimarães, distrito de Braga, e dela tomou o apelido de Guimarães, bem como os seus descendentes. Mais tarde, seu descendente Mem Soares Guimarães, ao comprar o senhorio da vila de Melo (a 4 léguas da cidade de Guarda), de Gonçalo de Sá – começou a usar o sobrenome Melo. Também usaram os desta família o apelido Riba de Visela, porque moraram junto a este rio, o qual corre por trás da terra de Santa Catarina (Antenor Nascentes, II, 64). Ilha da São Miguel: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha de São Miguel, escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro V – Da fatal Ilha de S. Miguel, Capítulo XVII – De algus homes famosos, & familias que vieraõ povoar a Ilha de Saõ Miguel; Título I – Dos Velhos, Cabraes, Mellos, & Travassos, Soares de Albergaria, & Souzas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro V, Ilha de São Miguel]. Ilha Terceira: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Terceira, escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XX – Dos Borges, Costas, Abarcas, Pachecos, & Limas, Velhos, & Mellos, & de outros, Homens Costas [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Ilha da Graciosa: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Graciosa, escreveu no ano de 1717, o padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VII – Das Ilhas de S. Jorge, e Graciosa, Capítulo IX – Dos outros Capitães Donatarios da Graciosa, & dos Ferreyras, & Mellos que da Graciosa passaram à Terceyra, & de seus Regios troncos, & Ascendentes [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro VII, Ilha da Graciosa]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Belchior de Melo, que deixou geração, do seu cas. no Rio, em 1618, com Antônia de Noronha; e de Antônio de Melo Coelho, que deixou geração, do seu cas. no Rio, em 1618, com Luzia Froes, fal. no Rio, em 1658 (Rheingantz, II, 581). Rheingantz registra mais 13 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro. Em Minas Gerais, entre outras, estabelecida em Pilar de Ouro Preto, registra-se a de Antônio José de Melo, nat. de Lisboa, que deixou geração, em Pilar, de seu cas., c.1755, com Joana Felizarda da Silva, do Rio de Janeiro. Em Pernambuco, entre as mais antigas, a de Cristóvão de Mello, que deixou geração de seu cas., c.1536, com Felipa de Mello (Borges da Fonseca, I, 9). No Acre, cabe registrar o pernambucano Manoel Nicolau de Mello, listado entre os primeiros povoadores do Vale do Purus, em 1852, que se estabeleceu nas margens do lago «Ayapuá» (Castelo Branco, Acreania, 159). Importante família da Bahia, procedente de José Francisco de Melo, que deixou geração do seu cas., c.1835, com Maria Rosa Moreira da Silva. Entre os descendentes do casal, cabe registrar: o filho, almirante Custódio José de Mello [09.06.1840, BA – 15.03.1902, RJ]. Praça de Aspirante na Academia de Marinha [1857]. Guarda-marinha [1858]. 2.º Tenente. Destacou-se na Guerra do Paraguai. Comandou a esquadra na rebelião contra o marechal Deodoro, levando-o à renúncia [1891]. Destacou-se na Revolta da Armada [1893]. Ministro da marinha e, interinamente, da Guerra, na República. Vice-Almirante [1902]. reformado, a pedido, no posto de Almirante [1902]. Grã-Cruz da Ordem de Aviz. Sobrenome de muitas famílias estabelecidas em São Paulo, para onde passaram no decorrer dos quinhentos anos de história do Brasil. Entre elas: I – a de Maria de Melo, natural de São Paulo (Sé), filha de Julinana de Melo. Casada a 08.07.1750, na cidade do Rio de Janeiro, RJ, com Luís Afonso de Oliveira [c.1711, Rio de Janeiro, RJ -]. Filho do primeiro matrimônio de João Afonso de Oliveira, chefe desta família Afonso de Oliveira (v.s.), do Rio de Janeiro; II – a de Antônio Casemiro de Souza e Melo, natural do Porto, Portugal, e falecido em Guaratinguetá, SP. Farmacêutico, proprietário da farmácia Imperial. Agente da Caixa de Socorros de D. Pedro V, entidade beneficente portuguesa [1865].

 

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From: Cláudia Araujo

Sent: Thursday, September 27, 2018 5:25 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: SOLICITAÇÃO DE LIVRO DA FAMÍLIA MELLO

 

Prezado Senhor Afrânio, boa tarde.

Gostaria de saber como faço para adquirir o livro sobre a Família Mello, pois sou a pesquisadora da história da minha família e estou precisando muito desse livro.

Conheci o senhor através do site: http://www.jornalrol.com.br/genealogia-afranio-mello-fornece-informacoes-sobre-a-familia-melo/

Jornal Rol — Genealogia: Afrânio Mello fornece informações …

Afrânio Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 496 E 497. Foto Afrânio Melo, Não encontrei nos meus arquivos os nomes que me enviou. Envio

www.jornalrol.com.br

 

Por gentileza entrar em contato (parei a árvore genealógica no meu antepassado Bento Feijó de Mello.

Atenciosamente,

Ana Cláudia.

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