Artigo de Hungria na coluna Guaçu Piteri: ‘Defesa’

17/09/2015 10:03

Hungria by Guaçu Piteri : Defesa

 

A “Presidenta” está mesmo ciosa em defender as mulheres. É uma obstinação que dá o que pensar. Não sei se é efeito das “bolinhas” que tomou para emagrecer, se é estresse que já denominaram “ressaca seca”, ou se é mesmo a indiferença que tem revelado ultimamente. Fala sem pensar.

Consta que, numa missa no Palácio do Planalto, quando o Padre invocou as palavras de Pilatos aos judeus, mostrando-lhes Cristo e pronunciou “Ecce homo” (eis o homem; aqui está ele), ela aparteou para dizer “ Essa mulher também”.

Não ficou por aí. Por recomendação médica, tinha que ouvir músicas, de preferência repousantes. Às tantas seu CD room anunciou BACH, que compôs

“Jesus, alegria dos homens”. Imediatamente, comunicou aos amigos ali presentes que, na segunda- feira, iria apresentar um protesto formal, pois a música deveria se chamar “ Jesus alegria dos homens e das mulheres também”.

Durma com mais essa!

Já não chega aquela que ela diz “não sei ainda qual é a nossa meta, mas quando alcança-la já teremos outra meta. Vamos dobrar a meta”.  Entenderam? Nem eu.

Nesta semana, teve a humildade que a nação, a sociedade, eu e você, todos nós queríamos: “meu erro foi não ter percebido prematuramente que a situação seria tão ruim como se descreveu” . Então, madame, o que passou pela sua cabeça? Se não é economista e nem entendeu o que a mídia nacional não parou de clamar, deveria se informar melhor. Ou parou de ver TV, ouvir rádio e noticiário, cansada de más notícias sobre seu governo? Nem os protestos de rua?  Tem dó, né?

E o episódio do cadeirante que obedeceu ordem do mestre de cerimônia e foi censurado, publicamente, por ela?!  Sentiu sua autoridade diminuída! É o fim!

Efetivamente, o Brasil não vai bem. Está doente.

Primeiro, quis ressuscitar a finada CPMF, o imposto sobre a movimentação financeira (0,38%) De triste memória, frise-se. Mas, em três dias, recuou, voltou atrás, e os políticos nacionais duelaram sem parar e desnessariamente. Vale dizer, não pensou direito e está brincando com a nação e com nós todos, políticos ou não.

 

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