Alcina Maria Silva Azevedo (Vó Alcina) entrevista o poeta equatoriano Humberto Napoleón Varela Robalino

11/08/2021 21:45

“Creo que la sensualidad es condición humana que le da resplandor y lenguaje a nuestros sentidos.”

(“Acredito que a sensualidade é uma condição humana que dá brilho e linguagem aos nossos sentidos.”)

O poeta se autoapresenta aos leitores do ROL, com tradução desta colunista:

“Sou Humberto Napoleón Varela Robalino,  escritor e poeta, professor Universitário das Universidades Tecnológicas do Equador, UTE e Universidade Internacional do Equador UIDE, com  Licenciatura em Pedagogia.

Meu legado são 20 livros de poesia, ensaio e estudo acadêmico, escritos durante  meus 50 anos de escritor. Quatro deles publicados em outros países: ‘A Noite da Coruja em 40 dias’, Montevidéu, em 2014, ‘Pieladentro’, madridi/ Espanha, 2018;  ‘A Dos Vozes”, Buenos Aires, em 2019; ‘Poesia Del Bigode Humedecido em Vino’, Argentina e Belo Horizonte/ Brasil.

Outras obras são editadas no meu país: Equador.”

Humberto Napoleón Varela Robalino, escritor e poeta, conhecido mundialmente pela sua trajetória literária e um acervo de 20 livros publicados, nos concede a honra desta entrevista ao Jornal Cultural ROL.

Vó Alcina: poeta Humberto Napoleón, você tem uma sensibilidade aguçada. De onde vem essa maravilhosa inspiração?

Humberto: Creo que la sensualidad es condición humana que le da resplandor y lenguaje a nuestros sentidos. Las emociones en mayor o menor intensidad son demostraciones de nuestra sensibilidad y percepción humana.

Creo que el poeta al despertar, con el nuevo día, no está ausente y peor aún no le importe el dolor, la injusticia, el desamor que  transitan por las calles; el poeta debe ser sensible ante lo mundano,lo divino, ante la fluides del amor y la ternura,ante el desamor y la indolencia. Por lo tanto, lo sensual también es un estímulo creador de emociones , sensaciones  que enriquecen el lenguaje poético.
Acredito que a sensualidade é uma condição humana que dá brilho e linguagem aos nossos sentidos. Emoções em maior ou menor intensidade são demonstrações da nossa sensibilidade e percepção humana. Acredito que, quando o poeta acorda, com o novo dia, ele não está ausente e não se preocupa com a dor, com a injustiça e falta de amor, que permeiam as ruas. O poeta deve ser sensível ao mundano, ao divino, aos fluídos do amor e ternura, ao desgosto e a indolência.
Portanto, o sensual também é um estímulo que cria emoções, sensações que enriquecem a linguagem poética. 
Qual a maior motivação que o leva a escrever? O amor? O sofrimento? A angústia ou a dor? Dizem que todos os poetas são sensíveis à dor.

Humberto:  El poeta es testimonial de su tiempo, contestatario , a veces admonitivo;por ello me siento satisfecho de escribir sobre la realidad del ser humano en sus sentimientos encontrados, decadentes, olvidados por ellos mismos. Mis libros son expresión de libertad, amor, rompen el miedo, lo inicuo y lo superficial. Qué sería de mi como poeta, si no dijera lo que siento; la poesía debe sentir lo que el poeta siente.

O poeta é testemunho da sua época, rebelde e, às vezes, admoestador. Por isso me sinto satisfeito em escrever sobre a realidade do ser humano em seus sentimentos conflitantes, decadentes, esquecidos por eles próprios. Meus livros são uma expressão de liberdade, amor, eles quebram o medo, o perverso e superficial. O que seria de mim como poeta se não dissesse o que sinto: a poesia deve sentir o que o poeta sente.

Vó Alcina: Na sua infância você teve algum poeta que o influenciou e serviu de modelo? Fale da sua infância e família. Noto que você adora sua família e é também muito amado por ela.

Humberto: He leído mucho, desde niño, tanto literatura  clásica como contemporánea de todos los géneros literarios, estilo, corrientes y escuelas literarias, que me han dado madurez, conocimiento, autenticidad y así  considerarme un poeta auténtico, responsable y ético que me da un perfil de unlo  estillo  propio. Admiro y amo las obras de Borges, Neruda, Drumd de Andrade, Pessoa, Marta oliveri, Octavio Paz,Witman, León Felipe y muchos otros autores.

Benditos mis padres, César Humberto Varela Toledo y Rosa Emilia Robalino Molina, quienes me enseñaron a leer y escribir desde muy niño, ya en la escuela mis profesores gustaban de nis composiciones que me pedían leer frente a mis compañeros. En casa leíamos a Walter Scott, Fóe, Alejandro Dumas, Verne, Salgari, Rubén Darío, Esopo, Emilio Castelar, etc. Como usted puede apreciar tuve una gran dirección y calidad de lecturas y sobre todo un amor incomparable de mis padres y  honorabilidad familiar. Aún conservo escritos de mi niñez y    juventud estudiantil de colegio y universidad.
Tenho lido muito desde criança. Desde literatura clássica como contemporânea de todos os gêneros literários, estilos, correntes e escolas literárias que me deram maturidade, conhecimento, autenticidade e assim me considero um autêntico, responsável e poeta ético que me dá um perfil e estilo próprio.
Admiro e amo as obras de Borges, Neruda, Drummond de Andrade, Pessoa, Mharta Oliveri, Octavio Paz, Witman, León Felipe e muitos outros autores.
Bendito sejam meus pais, César Humberto Varela Toledo e Rosa Emilia Robalino Molina, que me ensinaram a ler e escrever desde muito jovem, já na escola meus professores gostavam de minhas composições e me pediam para ler na frente dos meus colegas. Em casa lemos Walter Scott, Fóe, Alejandro Dumas, Verne, Salgari, Rubén Darío, Aesop, Emilio Castelar etc.
Como você pode ver, tive uma ótima direção. Ainda tenho escritos da minha infância e juventude na faculdade como estudante universitário.

Sentado à esquerda, o filósofo J Revello. (Argentina, 2019)

Vó Alcina: Conheço muitos poemas da sua lavra e amo a todos, mas existe dois deles que acho maravilhosos: EVA  e La desnudez. Fale delas.

Humberto: El ser leído y entrevistado por usted, noble escritora y periodista, Alcina María Silva Azevedo, así como por   los lectores brasileros y del mundo, del prestigioso Jornal Virtual ROL, es un honor personal y para las letras de  mi país el Ecuador.

Sostengo que la poesía debe ser auténtica, original e innovadora. Temas como los de Eva y La Desnudez, como toda mi poética, tienen esa naturaleza, esa expresión propia. Son poemas trabajados sin timidez, libres que denotan mi personalidad y estilo propios. No son comunes por la forma como miro, interpreto y digo lo que debo expresar; Eva es un canto a la libertad, al nacimiento, a la vida y al vientre universal de la mujer. El poema sobre la desnudez, expresa la fuerza de la luz, esa luz y fuerza que no esconden nada, sin prejuicios, sin mascaradas, muestra cómo somos, qué somos, qué hemos dejado de hacer. Creo que es más honesto mostrar las vísceras, la carcoma  y las lacras humanas antes   que callarlas.
La poesía debe  ser convocante para  lograr  amor, lágrimas de  gozo, estallidos de alegría en  aquellas personas  que creen   que a vida es banalidad, quemeimportismo y materialidad.
Ser lido e entrevistado por você, nobre escritora e jornalista Alcina Maria Silva Azevedo, bem como leitores brasileiros e internacionais do prestigiado jornal virtual Rol, é uma honra pessoal e para o meu país Equador. Afirmo que a poesia deve ser autêntica, original e inovadora. Temas como os de Eva e la Desnudez, como toda a minha poesia, tem aquela natureza e expressão própria. São poemas trabalhados sem timidez, livres, que denotam a minha personalidade e estilo próprio. Não são comuns pela maneira como vejo, interpreto e digo o que tenho a expressar. EVA é um hino à liberdade, ao nascimento e a vida e ao ventre universal da mulher. O poema sobre a DESNUDEZ (NUDEZ) expressa a força da luz, aquela luz e força que nada esconde, sem preconceitos, sem máscaras, mostra como somos, o que somos, o que deixamos de fazer. Acho que é mais honesto mostrar a coragem, o caruncho e a praga humana do que calá-los.
A poesia deve ser convocação para alcançar o amor, as lágrimas de alegria, explosões de alegria, naquelas pessoas que acreditam que a vida é banalidade, opressiva e material.

Humberto, você demonstra em seus poemas um grande fulgor sensual. Uma sensualidade bonita, artística e sensível. Você teria alguma musa inspiradora?

Humberto: Considero a la sexualidad la piel de la emoción corporal. El cuerpo humano reacciona a los estímulos sensoriales y nos producen emociones intensas o leves; así la alegría del amor es más visible, tiene armonías de colores. sonidos, y claro, mi poesía se torna sensual porque está enriquecida por esos elementos. En la música, la pintura, la escultura, etc,  en ellas lo sensual se magnifica, también la belleza, lo sensual o lo erótico no van a la explicitud. Esto es un alto grado de belleza que es sublimidad.  Mi poesía tiene una gran carga de esos elementos que reflejan la condición humana que permite que el amor sea intenso y perdurable.  Me inspiro en el gesto y emoción humanos y los universalizo con el rostro amado. Me inspira la vida como madre de amor,libertad,solidaridad, paz, satisfacción…

Considero a sexualidade a pele da emoção corporal. O corpo humano reage a estímulos sensoriais e produz emoções intensas ou suaves; assim, a alegria do amor é mais visível, tem harmonia de cores, sons e, claro, minha poesia se torna sensual porque é enriquecida por esses elementos. Na música, na pintura, na escultura etc., nelas o sensual é ampliado, também o belo e o erótico não vão ao explícito. Este é um alto grau de beleza que é sublimidade. Minha poesia tem uma grande carga desses elementos que refletem a condição humana que permite que o amor seja intenso e duradouro.
Eu me inspiro no gesto e emoção humana e universalizo-os com o rosto amado. A vida me inspira como mãe de amor, liberdade solidariedade, paz, satisfação…

Vó Alcina: Vejo também que você é um pensador. Que pensamento você teria para nós, nos dias de hoje?

Humberto: El ser humano  desde su aparición  es  un  buscador  constante de la felicidad. En  la  actualidad  con  mas  razón  con la tecnología tan  avanzada, las  nuevas  doctrinas  políticas y  religiosas,la  comunicación, las modas y  cambios de costumbres, los nuevos pensamientos en los  sistemas  educativo,etc,.son  recursos  para  encontrar bienestar mas no  felicidad; samenteha  grado  satisfacciones, entretenimientos,placeres.Nuestra felicidad  debe  estar  sustentada en  el  amor, la  libertad y la paz. Dnde  a armnización debe  estar  alimentada  por s vaores  supremos del hombre,  valores que  brillen  a la  luz  de  las  individualidades,la  tolerancia  y la solidaridad;y  s  escritres, poetas, artistas tenems la  misión  de  cumplir  nuestro  oficio  con  mensajes en  cada  una  de  nuestras  obras,  eas  no  deben  ser  superficiaes, n somos seres  humanos  que  escribimos  para humanos  nuestros vacís, huecs  de sentimients.Yo  invito  a todos los  escritore s  y  poetas  del  mundoa ser sembradores pensamiento  y  así  elevar el  sentido  de  lo  humano.Que  en nosotros  las  palabras: amor,  solidaridad, alegría tengan  su verdadera significación, dimensión  y  trascendencia;las  expresemos y  produzcan  un  electro-shoc  en  os  lectores  que  los  sacuda y los  invite  a la  reflexión.

O ser humano desde sua aparência é um buscador constante da felicidade. Hoje em dia com mais razão com a tecnologia tão avançada, as novas doutrinas políticas e religiosas, a comunicação, as modas e mudanças de costumes, os novos pensamentos nos sistemas educacionais etc., são recursos para encontrar o bem-estar, mas não a felicidade.
Satisfações de grau de entretenimentos, prazeres. Nossa felicidade deve ser sustentada no amor, liberdade e paz. Onde a harmonização deve ser alimentada pelos valores supremos do homem, valores que brilham à luz das individualidades, da tolerância e solidariedade, e os escritores, poetas, artistas têm a missão de cumprir o nosso oficio com mensagens em cada uma das nossas obras. Estes não devem ser superficiais, somos seres humanos que escrevemos para os humanos, os nossos vazios, buracos de sentimento. Convido a todos os escritores e poetas do mundo a serem semeadores de pensamento e assim elevar o sentido da humanidade. Que em nós as palavras: amor, solidariedade, alegria têm o seu verdadeiro significado, dimensão e transcendência. Deixe-nos expressá-los e produzir eletrochoque nos leitores que os possa sacudir e convidá-los à reflexão.

Vó Alcina: Seu livro ‘Duas Vozes’, publicado na Argentina, fez muito sucesso. É um livro que fala de amor e de fúria. Nesse livro você teve a parceria da poeta Martha Oliveri.  Conte para nós, como foi o evento? O que esse livro representou na sua vida?

Humberto: A  DOS  VOCES en verdad  es  un  libropor  la Editorial Dunken-Buenos Aires,Argentina -2019  es  un ibro muy  bien  logrado  y lo  amo  mucho;  pemario  que  lo  cmparto  cn  a  gran  peta Marta  iveri,una  de as  vces  mas representativas  de  Argentina  y cre, cmmuchs, una  de  las  escritoras revelación  de  la  lengua  española. Este  poemario fue firmado por  nosotros  en  la  Feria  Internacina  delLibro de Buens  Aires2019, siendmuy  comentado  en su círculos  literarios de BA.

PARA DUAS VOZES – realmente foi editado pela Editora Dnken – Buenos Aires, Argentina em 2019. É um livro muito bem elaborado e eu gosto muito. Compartilhei com a grande poeta Mharta Oliveri, uma das poetas mais representativas da Argentina e das escritoras reveladoras da língua espanhola. Esta coleção de poemas foi assinada por nós na Feira Internacional do Livro de Buenos Aires. E está muito bem consolidado no meio literário de Buenos Aires.

Vó Alcina: Seus livros são sempre fortes e cheios de mensagens. Eu aprecio muito o seu estilo. Sou sua fã. Seu livro ‘Pieladentro’, publicado em Madri, também foi outro grande sucesso. Fale dele.

Humberto: Usted  aprecia  mi  obra y está  genersamente preocupada por ella, eso  esmuy  vaiioso  y  determinante   en  mi  oficio de  poeta ,  muchas  gracias.

PIELADENTRO poemario  publicado en  Madrid por  la Editorial Lor  Byron-2o19, es  un  libro  de  amor,  de  ese  amor  simple,  sensua  que  no  tiene  aristas, que  a os  crtesanos  de la  fasa  moral  les  ruboriza.  Es  un  libro  repleto  de imágenes  poéticas  que  van  desde el  gesto  mas  primitivo a la  paz  y  sciego  del  amor  y  a  ternura.
Você aprecia a minha obra e está generosamente preocupada por ela. Isso é muito valioso e determinante para o meu ofício de poeta. Muito obrigado. PIELADENTRO é um livro de poesias publicado em Madrid, pela Editora Lor Byron, em 2019. É um livro de amor, desse amor simples, sensual que não tem arestas, que enrubesce os artesões da falsa moral. É um livro cheio de imagens poéticas que vão desde o gesto mais primitivo até a paz e a cegueira do amor e da ternura.

Vó Alcina: Qual o valor de maior importância na sua vida?  E qual o poema que você mais gostou de escrever?

Humberto: Amo y defiendo la libertad, combato  toda  clasede injusticias, de  sometimientos, de  segregacionismos, abusos físicos  y  sicológicos, porque en  ellos  están  implícitos  el  desamor, el  odio,lo  inicuo,la  intolerancia,lo  degradante,  es  decir  todo atropello  a la grandeza  humana.Es por eso  que  mi  poesía  tiene rostro humano  del  hombre  que  debe  poblar  la  Tierra, el nuevo homo.sapien en  plenas  facultades  de amor y  libertad,  por  lo  tanto amo  toda  mi  obra  poética.

Amo e defendo a liberdade, combato todo  tipo de injustiças, subjugações, segregacionismo, abusos físicos e psicológicos, porque neles estão implícitas a falta de amor, o ódio, o iníquo, a intolerância, o degradante, ou seja, todos os abusos à grandeza humana, é por isso que minha poesia tem um rosto humano do homem que deve povoar a Terra, o novo homo sapiens em plenas faculdades de amor e liberdade, pois eu amo toda a minha obra poética.

Você, nobre poeta, é um homem com idade madura e alma jovem, pois gosta de brincar, amar, e está sempre atualizado. Qual a receita para se viver assim?

Humberto: Soy  un  poeta conmuchos  años de  vida, parodiando a Neruda, digo “confieso  que he vivido” y sigo viviendo, amo la vida porque no he  causado daño a nadie, amo  la  libertad sobre  todas las  cosas e igualmente amo la bondad  de  cada  día; me  reflejo  en las cosas  más  elementales y las  amo porque  ellas me dan lenguaje para  que mi palabra  poética  sea  fuente  vivificante.

Sou um poeta com muitos anos de vida. Parodiando Neruda, digo: “confesso que vivi” e continuo a viver, amo a vida pois não causei mal a ninguém, amo a liberdade acima de tudo e eu igualmente amo a vida. A bondade de cada dia, reflito-me nas coisas mais elementares e adoro-as, pois me dão uma linguagem para que a minha palavra poética seja fonte de vida.

Vó Alcina: Qual o seu maior desejo atualmente?

Humberto: Los deseos  son efímeros,  se  realizan  o no, se han  cumplido  muchas demis  aspiraciones  como la publicación  de mis libros (20 obras publicadas en  varios países)

Os desejos são efêmeros, realizam-se ou não, muitas das minhas aspirações foram realizadas, como a publicação dos meus livros ( 20 trabalhos publicados em vários países).

Vó Alcina: Qual o seu conselho para os escritores que ainda estão no início da carreira?

Humberto: Volver a  leer a los clásicos,  a  nuestros   maestros. Escribir, escribir  y  seguir  escribiendo  sin que  se dejen influenciar y  traten de hacer  iteratura  con sello  muy  personal: hay  que  ser  auténticos. Escribir  sin temor  y  encontrarse  con ellos mismos. Lograr autenticidad  y  originalidad, ser mensajeros y  humildes  por lo logrado.  los poetas smos  de carne y  hueso  y  escribimos para  elmund.Nuestras obras no son para vanagloriarnos  ellas  son nuestro tributo  a  ña  vida, a a humanidad.

Volte a ler os clássicos, nossos professores. Escreva, escreva e continue escrevendo sem ser influenciado e tentando repetir com uma marca muito pessoal: você tem que ser autêntico. Escreva sem medo e encontre-se. Alcance autenticidade e originalidade e seja humilde pelo que foi conquistado. Os poetas são de carne e osso e escrevemos para o mundo. Nossas obras não são para nos vangloriar, são nossa homenagem à vida, à humanidade.

 

Abaixo, vídeo do lançamento do livro ‘A dos Voces’ (Para Duas Vozes), na Argentina.

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10218896708346251&id=1158807935&sfnsn=wiwspwa

 

Vídeo do poema ‘Ecuador’, uma homenagem do poeta Humberto Napoleón ao seu país.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tags: