Afrânio Mello fornece informações sobre as famílias NOGUEIRA e MARCONDES

05/07/2019 00:00

Afrânio Franco de Oliveira Mello
Eleito em 2017 na categoria ‘Melhor Genealogista’
Eleito em 2018 nas categorias ‘Melhor Escritor’, ‘Melhor genealogista’ e ‘Melhor colunista de Jornal Virtual’

ATENDIMENTO NUMERO 1.134,1.135

Cara Natália, bom dia.

Estou encaminhando o que tenho sobre a Família NOGUEIRA, seu sobrenome  e ,no final ,o arquivo de sua

solicitação do sobrenome MARCONDES.

Nogueira………………18 páginas e 1 brasão.

Marcondes………….. 11 páginas e 2 brasões em 2 arquivos , sendo um do site do Genealogista José Luiz Nogueira.

Para os leitores do Rol um resumo desse arquivo e anexado no seu endereço o por inteiro.

Estou copiando o Genealogista José Luiz Nogueira, que escreve sobre “ Os Nogueiras do Brasil “,

que pode dar uma melhor informação sobre essas pessoas já que ele tem um arquivo imenso

sobre esse sobrenome.

JOSÉ LUIZ – ATENDA NOSSA LEITORA – GRATO.

Espero que encontre os seus ascendentes.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
afraniomello@itapetininga.com.br

Observação:
“Estas informações estão sendo fornecidas gratuitamente
e serão publicadas na edição virtual do Jornal Cultural
ROL – (www.jornalrol.com.br).
A não concordância com esta publicação deve ser informada imediatamente.
Gratos”

Nogueira

sobrenome de origem portuguesa. Trata-se de um nome com raízes toponímicas, provavelmente derivado da torre e freguesia de São João de Nogueira, na terra de Barroso. As origens da família que adoptou tal nome como apelido estão perfeitamente documentadas, pelo menos desde o século XIV. Usam os Nogueiras por armas. . Da árvore nogueira (Anuário Genealógico Latino, IV, 25) Descende esta família de D. Mendo Paes Nogueira, sobrinho de D. Mendo Nogueira, cavaleiro da Ordem dos Templários, em 1089. Seu solar é a torre de Nogueira, na ribeira do rio Minho. O morgado dos Nogueiras era dos viscondes de Vilanova de Cerveira (Anuário Genealógico Latino, I, 71). Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de S. Miguel [Saudades da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo XXXVI – Dos Albarnazes, Montes, Pereiras, Mendes, e outros appellidos de gente nobre, que veio a esta Ilha, no tempo antigo, e de seus successores que agora moram n´ella [Gaspar Fructuoso – Saudades da Terra, pág. 263]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de João Nogueira, que deixou geração do seu cas., c.1614, com Bárbara de Arão (Rheingantz, III, 13). Rheingantz registra mais 28 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosas descendêcias no Rio de Janeiro. Em São Paulo, entre as mais antigas, a de Gaspar Nogueira, tabelião e escrivão da Câmara de St.º André desde a fundação da vila (AM, Piratininga, 125). Em Minas Gerais, entre as mais antigas, a de Tomé Rodrigues Nogueira do Ó [c.1674, Madeira – d.1736, Baependi, MG]. Estabeleceu-se, inicialmente em São Paulo, antes de 1711, quando foi recebeu a patente de Cap. de Inf. da Ordenança do Distrito de Piedade de Lorena. Em 1726, já possuía terras em Baependi, Minas Gerais. Guarda-Mor de Baependi [1736]. Deixou vasta descendência de seu cas. com Maria Leme do Prado, da Parnaíba, SP (SL, I, 226). Ainda, em Minas Gerais, de origem portuguesa, registra-se a família de Manuel Nogueira Galvão, natural do Porto, Portugal, que se estabeleceu por volta de 1750, em Queluz, onde deixou geração, hoje espalhada por Conselheiro Lafayete, Belo Horizonte e Sete Lagôas. Entre os seus descendentes, registram-se: I – o neto, Silvério Nogueira Coelho [1846-1920], que deixou geração do seu cas. com Leonor Sebastiana «Nogueira Coelho» [20.01.1863 – 1930]; II – a bisneta, Duartina Nogueira Coelho [20.01.1896 – 11.05.1979], filha do anterior, que deixou geração do seu cas. com Telesforo Cândido de Rezende [05.01.1892, Conselheiro Lafayete, MG – 16.06.1965], prefeito municipal de Conselheiro Lafayete, MG, quinto neto de João de Rezen de Costa, patriarca da importante família Rezende (v.s.), de Minas Gerais; III – o terceiro neto, Ministro João Nogueira de Rezende [13.12.1915, Conselheiro Lafayete, MG -], filho do anterior. Diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais S.A.; Deputado federal pelo Estado de Minas Gerais; secretário de Interior e Justiça do Estado de Minas Gerais; e Ministro e Presidente do Tribunal de Contas [aposentado em 1985] – conforme vai descrito no título dos Rezende (v.s.), de Minas Gerais; IV – a terceira neta, Dinah Nogueira de Rezende, casada com o Deputado Federal Eliseu Resende, cujo sobrenome foi adotado por seu pai, que fôra criado por um fazendeiro, membro da família Rezende, de Lages (hoje Rezende Costa, MG), e que se estabeleceu em Oliveira, MG. No Piauí, de origem portuguesa, entre outras, registra-sea família de Nicolau José Nogueira [Portugal -], fazendeiro estabelecido em Valença (PI), que deixou descendência do seu cas. com Antônia Vieira de Carvalho, filha do bandeirante paulista, José Vieira de Carvalho, patriarca desta família Vieira de Carvalho (v.s.), no Piauí. Foram bisavós, entre outros, de Arlindo Francisco Nogueira [1856, Valença, PI – 1917, Teresina, PI], Governador do Piauí [1900] (MCB – Povoamento do Piauí).

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MARCONDES – RESUMO

Marcondes

sobrenome de origem portuguesa. Várias são as hipóteses da origem da família MARCONDES, contudo nenhuma é segura. Os MARCONDES que imigraram para o Brasil, tem suas origens nos Açores, e possibilidade de terem sido Judeus Safardistas oriundos de Portugal e Espanha, de onde teriam sido expulsos pela Inquisição. Mesmo assim tudo fica no plano das possibilidades e nada é concreto. Os Marcondes têm sua origem no cirurgião veneziano Dionísio Marconde ou Marconte  que passou de Veneza para Portugal (Ilha de S. Miguel, Açores) em 1708. Apesar de constar em vários trabalhos que o nome seria, na Itália, Maricondi e mais provavelmente Marconte, consta no casamento do Dionísio como sendo Marconde. Este mesmo nome aparece numa provisão régia, desta mesma época, para que ele pudesse exercer sua profissão, cirurgião. O caso do italiano Dionizio Marconde foi de fato o “aportuguesamento” do sobrenome, o que só ocorreu após o seu casamento em 1709, quiçá na época do nascimento/batismo do seu primogênito Antonio a igreja de Achadinha já mantivesse esses registros, o que só ocorreu a partir de 1714, onde seria possível verificar se Dionizio ainda usava o sobrenome de Marcone ou já teria mudado para Marcondes.

 

Registra-se Milmo Marcondes da Silva, nascido em 10.03.1878, Saint Endellion, Cornwall, Inglaterra; filho de Agostinho Marcondes da Silva e Joanna Ferreira de Mathos. Registra-se Ignácio Marcondes Rezende, nascido em 19.06.1859, Pindamonhangaba, São Paulo, Brasil e falecido em 08.09.1904; casou-se com Maria Tomara Groupierre em 15.03.1882, Bordeaux, França. Registra-se Abgail Marcondes, nascida emn 1895, Pindamonhangaba, São Paulo, Brasil e falecida em 1953; casou-se com Adolfo Martinho Albach em 11.02.1915 na mesma localidade. Registra-se Acácia Marcondes Romeiro, nascida em 22.01.1874, Pindamonhangaba, São Paulo, Brasil e falecida em 01.07.1898; filha de João Marcondes de Moura Romeiro e Ana Francisca Marcondes Romeiro. Registra-se Adão da Cunha Marcondes, nascido em 1918, Curitiba, Paraná, Brasil e falecido em 02.02.1998. Registra-se Adelina Marcondes, nascida em 1866, Curitiba, Paraná, Brasil; casou-se com Antonio da Silva Prestes em 1887 na mesma localidade. Registra-se Adelina Marcondes Barboza, nascida em 06.08.1887, Jaguariaiva, Paraná, Brasil; filha de Manoel Marcondes Barboza e Itelvina Maria da Conceição.

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———- Forwarded message ———
De: Natália Nogueira <natalia.ronogueira@gmail.com>
Date: qui, 6 de jun de 2019 11:51
Subject:
To: <afraniomello@itapetininga.com.br>

Olá, Afrânio.

Gostaria de saber se o senhor possui mais informações dobre a família Marcondes.

Att,

Natália Nogueira.

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