Afrânio Mello atende gratuitamente novos pedidos de leitores. Desta vez sobre as familias CORREA, MORENO e EVARGAS

12/11/2017 00:27

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ‘ATENDIMENTOS NÚMEROS 909, 910 e 911’

 

Cristina, boa tarde.

Estou enviando mais 3 arquivos.

CORRÊA/CORREIA……………… 30 páginas e 8 brasões ;

MORENO…………………………….    8 linhas e

VARGAS……………………………..  11 páginas e 3 brasões.

Agora são 42 páginas e arquivos e faço o mesmo resumo abaixo.

Abraços
Afrânio Franco de Oliveira Mello
afraniomello@itapetininga.com.br

Rol-Região On Line
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 Correia ou Corrêa

Grande e ilustre linhagem portuguesa, a sua genealogia pode traçar-se documentalmente desde épocas bastante remotas.

A ela pertenceu Dom Frei Paio Peres Correia, que foi mestre da Calatrava. É de admitir que o seu nome nascesse das armas que se sabe que usavam desde pelo menos a segunda metade do século XIII. O ramo dos Correias que conservou o senhorio do couto de Farelães – e que, pôr isso mesmo, eram designados pôr Correias de Farelães – aliou-se à linhagem dos Aguiares e comemorou tal ligação heraldicamente, tendo passado a usar outras armas.

Outro ramo (Belas) veio ligar-se com os Atouguias pelo casamento e, desse modo, a herdar o senhorio de Belas, pelo que passou a usar as armas daquela linhagem, com o timbre da sua. Antônio Correia, a quem fazem derivar dos Correias de Farelães, distinguiu-se muito na Índia, durante o governo de Diogo Lopes de Sequeira e foi capitão-mor de uma frota contra o Rei de Bahrem ou Bérem, a quem venceu. Pôr tal razão lhe deu o Rei Dom João III pôr carta de 14 de Janeiro de 1540 um «acrescentamento» honroso de armas.

Este Antônio Correia deixou progênie, tanto em Portugal como na Índia, tendo o primeiro ramo adotado a designação de Correia de Barém. O segundo, talvez proveniente de uma filha natural, permaneceu no reino de Ormuz, ai dando origem a uma ilustre família que readaptou a religião maometana e se mestiçou com uma família principesca dos Emirados Árabes Unidos, que não esqueceu as origens portuguesas, usando à européia as armas daquele seu antecessor.

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MORENO

 

Nome derivado possivelmente de alcunha, foi adoptado por apelido por uma família da nobreza de Leão de que um ramo passou a Portugal.

Armas

 

 

De ouro, um castelo de vermelho, com duas águias estendidas de negro encimando as torres laterais. O timbre é uma das águias do escudo.

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Marqueses de Laula

 

Fontes

 

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clip_image002    clip_image004    clip_image002[3]Vargas

sobrenome de origem espanhola. Uma família da boa nobreza de Castela, da qual passou a Portugal Rodrigo de Vargas, que, havendo casado em Lisboa, foi pai de António Rodrigues de Vargas, o que foi à India e teve filhos que lhe perpetuaram o nome em Portugal. Primeiro brasão é da Espanha, o segundo brasão é de Castela e o terceiro brasão é de Portugal.

 

FAMÍLIA VARGAS NA ESPANHA

 

Este sobrenome alcançou sua maior notoriedade na cidade de Madrid, no ano 1085, quando o Rei Alfonso VI a reconquistou. Na história desta cidade, alcançou grande proeminência, a linhagem dos Vargas; sendo o primeiro deste sobrenome de que se tem notícias foi Iván o Juan de Vargas, um valoroso guerreiro, que ajudou os séculos, haveria de converte-se na capital do Reino da Espanha.

Uma vez pacificada a região, Iván se converteu em um rico dono de terras, em recompensa aos serviços prestados a San Isidro Labrador, patrono da Villa y Corte.

Um filho do citado Don Iván de Vargas, chamado Pedro Ibáñez de Vargas, acompanhou o Rei Dom Alfonso VI na conquista de Toledo, também no ano de 1.085, donde recebeu por herança uma porção de terras, a meia légua da cidade de Toledo, um lugar que ele chamou de Vargas e construiu o solar primitivo dos Vargas de Toledo. Com posteridade, Pedro Fernandez de Vargas e neto do citado Pedro Ibañez de Vargas, foi um dos mais esforçados guerreiros que se destacaram na batalha de Navas, dando repetidas provas de ser digno descendente de seus valoroso ancestrais. Valores de lealdade e bravura que transmitiu a seus filhos Garci Pérez de Vargas e Diego Pérez de Vargas.  Garci Pérez de Vargas não só seguiu os passos de seu pai e ancestrais nas batalhas bélicas, mas obteve maior destaque do que eles. Foi um dos heróis espanhóis que mereceu ser narrado e citados nas novelas sobre a Cavalaria. Venceu o Rei dos Gazules, depois de sua morte por esta vitórias e muitas outras, mereceu que seu nome fosse esculpido em mármore, em uma inscrição que se lia na porta de Jerez, na cidade de Sevilha.

Seu irmão Diego Pérez de Vargas alcançou renome na batalha de Jerez, no ano de 1232, donde, em seu combate com os mouros com sua lança e espada, mesmo quando um galho de Oliveira machou-lhe um dos olhos, ele manteve a maestria nos combates e em cada golpe de sua espada caia um mouro morto. Atônito, seu ajudante, Dom Alvar Pérez de Castro, gritou: “Machuca, Diego”, e desde então ele se chamou Diego de Vargas Machuca, sobrenome que conservam seus descendentes.

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Nome: Cristina Bastos
EMail: crys_bastos@hotmail.com
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Cidade / Localidade: Rio de Janeiro
País: Brasil
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Assunto da Mensagem: Busca por registros de familiares

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