Afrânio Mello dá informações sobre a família DINIZ

23/12/2016 17:22

Afrânio Mello

Afrânio Franco de Oliveira Mello – ATENDIMENTOS NÚMEROS 825 E 826

 

Caro Sérgio Diniz da Costa, boa tarde.

Minhas desculpas pela demora.

Novembro e dezembro são dois meses de muitos afazeres na empresa onde trabalho.

Deu um tempo e respondo para você.

Não tenho no meu arquivo sobrenomes COMPOSTOS direcionando para famílias que tenham essa situação.

Meu arquivo é de SOBRENOMES individuais , por exemplo : Diniz e Costa.

O sobrenome DINIZ é de difícil pesquisa, mas tenho um arquivo pequeno e envio o que encontrei na Internet.

DINIZ/DINIS………………………………….  1/2 página e sem brasão ;

DINIZ (INTERNET)…………………………   9 páginas e 5 brasões e

COSTA………………………………………..   18 páginas e 6 brasões ( transcrevo abaixo uma pequena parte do aquivo principal )

COSTA…………………………………………  Envio 6 brasões em separado para confeção de quadros.

Sérgio, espero que este material atenda sua pesquisa.

Tenha um bom Natal e ótimo Ano Novo.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello

ROL – Região On Line

 

 

clip_image002 DINIZ

Tratando-se de um nome próprio transformado em apelido, pode como tal ter sido usado por diversas famílias sem ligações entre elas.

A uns Dinises da região de Chaves se pode traçar a genealogia desde o séc. XVI, verificando-se terem sempre feito uma vida «à lei da nobreza», tendo alguns dos seus membros sido familiares do Santo Ofício e exercido cargos honrosos e nobilitantes na governança local, alem de se aliarem matrimonialmente com algumas das principais famílias da nobreza flaviense, como as dos Alcoforados, Barros, Teixeiras, São Payos e Rodas.

Armas 

Não se lhes conhece o uso de armas

 

Títulos, Morgados e Senhorios

Barões de Dinis Samuel

Barões de São Dinis

Barões do Campo Místico

 

Cargos e Profissões

 

Engenheiros

Governadores da Índia

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DINIZ

Família Diniz

A família Diniz tem grande popularidade no Brasil. Sua história de origem é bastante interessante e você pode conferir essas curiosidades, variantes e modelos de brasão dos Diniz logo abaixo.

O sobrenome Diniz, assim como tantos outros, não surgiu no Brasil, por uma simples razão de que o Brasil foi colonizado e habitado primeiramente por estrangeiros. Dessa forma, os sobrenomes vêm de outros países e acabam ganhando popularidade uma vez que os imigrantes fizeram do Brasil sua nova morada.

   Origem da família Diniz

Este é um sobrenome de origem portuguesa. Ele é classificado como um patronímico, pois deriva do nome próprio do fundador deste tronco familiar. O nome que deu origem ao sobrenome seria Dinis ou Denis. Desse modo, os filhos do Sr. Dinis ficaram conhecidos como “Fulano filho do senhor Dinis”, o que posteriormente passou a se abreviar e ser disseminado aos descendentes como Diniz.

Dinis, o nome que deu origem ao sobrenome, é uma forma menor de Dionísio, que seria um nome francês. Estes dois foram utilizados como nome e posteriormente o menor ganhou forma de sobrenome de família.

Curiosidades

O nome Dionísio também ficou bastante conhecido por representar o deus do vinho na mitologia Grega. Esta também pode ser o começo de uma origem para este sobrenome.

Variantes do sobrenome Diniz

Dentre as variantes mais comuns para este sobrenome, podemos destacar o Dinis. Este é uma das maneiras mais antigas de se representar esta família e, de certa forma, também a mais original.

Brasão da Família Diniz

Pela sua história de origem, se percebe que este é um nome que pode ter vindo de diversos lugares diferentes. Por este fato, é necessária a conclusão de que podem existir diversos brasões para um mesmo sobrenome. Estes não são da mesma origem, mas não deixam de representar a família Diniz.

 

Origem das famílias Diniz

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Detalhe de uma representação do
nascimento de Dionísio, talhada em um
sarcófago romano do século II d.C.
O bebê é ninado por uma ninfa. 
Atualmente, encontra-se no 
Museu deArte Walters, em Baltimore, 
Maryland, Estados Unidos.

A origem da palavra

A maioria das famílias Diniz do Brasil e originaram de Portugal. A palavra portuguesa “Dinis”, com “s”, originalmente era nome, não um sobrenome, e é uma contração de “Dionísio”.

A palavra “Dionísio”, por sua vez, era usada pelos gregos – é o nome do deus das vinhas e dos vinhos. Corresponde ao deus romano Baco. A primeira parte da palavra, “Dio-“, era associada a “Zeus” (Dionísio era filho de Zeus); a segunda, “-nísio”, tem origem controvertida. Muitos historiadores acham que se refere aos montes Nisa, um lugar mitológico onde Dionísio teria nascido e crescido.

Porém, a origem da palavra era anterior aos próprios gregos. A primeira referência ao nome “Dionísio” data do século XII ou XIII a.C., em uma tábua de barro encontrada em Pylos, no sul da Grécia. A civilização grega propriamente dita ainda não existia, pois floresceu apenas a partir do século VIII a.C. A região era habitada por outras culturas que  precederam, como a cultura micênica. Foram essas culturas que teriam se envolvido, por exemplo, na Guerra de Tróia, mais ou menos por essa mesma época.

A origem do sobrenome

Em vários momentos, a palavra passou para “sobrenome patronímico”, isto é, um sobrenome derivado do nome do pai. Sobrenomes patronímicos eram comuns em Portugal e várias partes da Europa durante a Idade Média; hoje, ainda aparecem muito na Rússia e em outros países. Por exemplo, “Fernandes” quer dizer “Filho de Fernando”; “Peres”, “filho de Pero” ou de Pedro; “Henriques”, “filho de Henrique” etc.

A palavra “Dinis”, porém, não variava a terminação (decerto porque já tinha o “s” final). Assim, “Dinis” pode ser ou um nome então o sobrenome do “filho de Dinis”, ou mesmo do “filho de Dionísio”.

Com o tempo, os sobrenomes ganharam “vida própria” e passaram a ser transmitidos de pais para filhos. Alguns, inclusive, sobreviveram aos próprios nomes originais a que fazem referência e que caíram em desuso: “Soares” quer dizer “filho de Soeiro”, um nome muito usado durante a Idade Média; mas hoje esse nome praticamente não é mais usado, apesar do sobrenome “Soares” ser comum. Desta forma, devem ter surgido muitas famílias Dinis sem necessariamente qualquer conexão entre si.

Várias delas passaram ao Brasil. Só em Minas Gerais no início do século XVIII, o pesquisador Antônio Gabriel Diniz identificou mais de vinte famílias com esse sobrenome que ali viviam, contemporâneas entre si[1]. As de genealogias mais bem documentadas são a Diniz Junqueira a de Manuel Pinheiro Diniz, que se casou em 1723 em Sabará com Cláudia de Azevedo e Silva[2]. Outro português Diniz que iniciou grande família em Minas foi Domingos Diniz Couto (1716-1763), cujos descendentes povoaram locais como Contagem, Esmeraldas, Curvelo e Pará de Minas. Há genealogias esparsas de seus descendentes; neste blog há um esboço geral.

Referências:

[1] DINIZ, Antônio Gabriel, “Pinheiro Diniz – Soares Diniz”. Jornal “Centro de Minas”, Curvelo, MG, número 29 (fevereiro de 1958).

[2]  CAMPOS, Arthur, “Traços genealógicos”, Imprensa Oficial da Câmara Municipal, Entre Rios, MG, 1900, pág. 122 (Título 6º: “Pinheiro Diniz e Dias”).

 

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Todos as certidões de nascimento, passadas em Portugal, que fizerem mais de 100 anos são passadas da Torre do Tombo para o Arquivo Distrital correspondente ao distrito português onde o cidadão foi registado.
Assim, se a pessoa nasceu até 1907, a certidão de nascimento dela está no Arquivo Distrital correspondente.
Caso contrário, encontra-se na Torre do Tombo.

A Direcção Geral de Arquivos (DGARQ) é um organismo público de âmbito nacional, tutelado pelo Ministério da Cultura, dotado de personalidade jurídica, património próprio e autonomia administrativa.
Exerce simultaneamente funções de Arquivo Histórico, tutela directa sobre arquivos, na medida em que integra o Arquivo Nacional, a quase totalidade (16) dos Arquivos Distritais e ainda a Biblioteca Pública de Évora, funções de superintendência técnica e normativa sobre todo o sector de arquivos do País, coordenação da Rede Nacional de Arquivos, bem como funções de execução da política arquivística nacional definida pelo Governo da República, a quem pode aconselhar na matéria.

Na sede da DGARQ, situada em Lisboa, na Alameda da Universidade, funcionam os serviços centrais, Arquivo Nacional da Torre do Tombo, considerado um dos mais antigos e mais valiosos de todo o mundo, e o Arquivo Distrital de Lisboa. São milhões de documentos, pertencentes a inúmeros fundos e colecções, com a dimensão de cerca de 70 quilómetros de prateleiras. O mais antigo documento data do ano 882 (27 de Junho) e é uma carta de fundação de uma igreja em Lordosa. Mas também aí se encontram, devidamente conservadas e protegidas, muitas outras preciosidades documentais originais, autênticos tesouros que fazem a memória da História de Portugal e do Mundo. Estão nesse caso, para citar apenas alguns exemplos, a Bula Manifestis Probatum (1179), que confirmou internacionalmente Portugal como Reino independente, os belíssimos livros do Apocalipse de Lorvão ou da Bíblia dos Jerónimos, o Tratado de Tordesilhas, as Instruções secretas a Vasco da Gama na sua primeira viagem à Índia, a Carta de Pêro Vaz de Caminha, a primeira Constituição Portuguesa (1822), os originais manuscritos dos discursos de Salazar ou os livros de actas do Conselho da Revolução saído da Revolução de 1974.

Para procurar uma pessoa em particular, você precisa de saber o nome dela, a data de nascimento e o nome dos pais. Se você tiver estes dados é mais fácil.

As pesquisas na Torre do Tombo são gratuitas e de livre acesso a toda a gente. No entanto, se não puder deslocar-se pessoalmente a Torre do Tombo oferece serviços de pesquisa por uma determinada taxa, cobrada à hora.

Neste momento, é possível fazer alguns pesquisas online gratuitas nos sites dos arquivos distritais e de alguns documentos da Torre do Tombo.

Significado do Nome Diniz

Diniz: Significa “consagrado ao espírito das águas” ou “consagrado a Dionísio”.

Diniz é um sobrenome de origem portuguesa, classificado na onomástica como patronímico, ou seja, foi criado devido ao nome próprio do próprio fundador desta família, que se chamava Dinis ou Denis.

Estes nomes próprios, por sua vez, são considerações contrações do francês Dionísio, que se originou do termo grego Dionysios, e que supostamente significa “espírito das águas”.

De acordo com a mitologia grega, Dionísio é a representação do deus do vinho, um dos filhos de Zeus, o deus dos deuses.

Na língua portuguesa, as primeiras variações deste nome surgiram por volta do século XII, sob a forma Donis Dinis.

Em Portugal, por ser um nome patronímico, não existe uma raiz oficial genealógica desta família. No entanto, os primeiros registros de pessoas com este sobrenome datam do século XVI, na região de Chaves.

No Brasil, os primeiros registros genealógicos deste sobrenome mostram que existiam aproximadamente vinte famílias “Diniz”, vivendo contemporaneamente entre si, no começo do século XVIII.

Mesmo sendo convencionado como um sobrenome, Diniz também costuma ser utilizado em algumas regiões como nome próprio.

FAMÍLIA DINIZ

Diniz é um sobrenome português classificado como sendo um patronímico, pois deriva do nome próprio do fundador deste tronco familiar, considerado como sendo uma variação do sobrenome Dinis ou Denis os quais vem do francês Dionísio, assim o filho do Sr. Dinis ficou conhecido como ” Fulano filho do senhor Dinis ” e seu neto apenas como “Sicrano Dinis”, passando esta designação, daí em diante às demais descendentes desta família. A linhagem Diniz provém do rei vaqueiro, D. Diniz de Castela e Algarve, senhor de campos de Espanha e Portugal, presente na lírica trovadoresca da literatura portuguesa, conhecido também como o rei trovador. Conta-se que esse rei teve relacionamentos com camponesas, entre elas Eudóxia e Maria Peres, sendo essa última sua favorita com a qual teve vários filhos a quem doou a Quinta de Saa (palavra de origem alemã equivalente à chácara ou sítio em Portugal) de onde teria derivado o toponimo de Sá, de Maria Peres de Sá, cuja variação no Brasil é Pires, e em consequência acompanhado do sobrenome Sá.
Esses descendentes bastardos de D. Diniz vieram de Portugal para o Brasil já no terceiro Governo Geral, com Mem de Sá e os outros filhos do Cônego Gonçalo de Sá, seus sobrinhos e parentes se instalaram nas sedes das antigas capitanias do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Espírito Santo, de Minas Gerais, da Bahia e de Pernambuco, uns como bandeirantes à procura de ouro e de índios para catequizar (escravizar), entre eles Salvador Correia de Sá, Estácio de Sá, Fernão de Sá, João Correia de Sá e outros. Consta que a família Diniz ao chegar, encontraram já os descendentes dos Costas, Coelhos, Lopes e Sousas, remanescentes dos antigos donatários e de governadores dessas capitanias. Assim, é possível encontrar o sobrenome Diniz sempre em sintonia ou associado aos sobrenomes Sá, Costa, Coelho, Correia, Lopes e Sousa, considerando que descendentes dessas famílias vieram de Portugal de aldeias, povoados, vilas e cidade vizinhas, principalmente do Porto e das Quintas de Sá, Viseu, Santarém, Medeiros, Vasconcelos e Guimarães, etc. Quanto aos Sás e Correias saíram de Portugal na mesma frota e arrendaram terras do reino nas mesmas regiões e em alguns casos do mesmo conde ou capitão-mor; no caso das famílias que ocuparam as fazendas: Grande, do Norte, da Freguesia de Santana e da Panela D?Água, inicialmente arrendaram as terras direto da Casa da Torre, depois compraram essas áreas dos herdeiros, espaços imensos, grandes aldeiamentos que viraram vilas, os quais compõem hoje as cidades da Mesorregião do Sertão de Pernambuco.
Um exemplo dessa condição foi Manuel Lopes Diniz, arrendatário da fazenda Panela d`Água, mais tarde município de Floresta e, hoje, de Carnaubeira da Penha. Essa fazenda situa-se a umas 7 léguas ao norte da Fazenda Grande, por ele arrendada em 15 de janeiro de 1756. Era filho de Bento Lopes da Silva, natural de Valpendre, no bispado do Porto, em Portugal e de Águida Maria Diniz , natural da freguesia de Santo André de Marrecos, no Conselho de Penafiel, cidade e bispado do Porto, onde também nasceu Manuel Lopes Diniz, em 1708. No Brasil, casou-se com Florência Maria de Barros ou Maria de Barros da Silveira, filha do alferes português, João Pinto Leal e de Maria da Silveira Barros.(Ver genealogia da Panela D?Água, de Marlindo Pires) .
Consta que Manuel Lopes Diniz foi muito popular no Sertão, sendo respeitado em toda a região, padrinho de muitas crianças, entre as quais uma filha de Dâmaso de Souza Ferraz. Ele arrendou ainda, conforme consta no livro da Casa da Torre, o Brejo do Gama e a Fazenda Campo Grande, onde morou inicialmente. Viveu sempre na Panela d ?Água e faleceu no dia 7 de dezembro de 1796, sendo sepultado na capela da Fazenda Grande, que ajudou a construir e que fora inaugurada 4 anos antes de sua morte. Manuel deixou, através do seu testamento, vinte mil réis para as despesas e obras dessa capela. Atualmente, a família Diniz está em todo o Brasil, especialmente, no norte e no nordeste, principalmente no sertão da Paraíba, da Bahia de Pernambuco, do Maranhão, do Ceará e do Pará, considerando que essa família destacou-se em atividades agropecuárias e cartorais desde o início do arrendamento das fazendas, como ocorreu em Santa Maria da Boa Vista, Belém do São Francisco, Floresta, Cabrobó, Salgueiro,Terra Nova e Parnamirim.

Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/familia-diniz/38343/#ixzz4TbOpwWoQ

Sobrenome Diniz em Brasil

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